Apesar das promessas de mudança, o Brasil continua refém de políticas que favorecem o sistema financeiro, enquanto sacrifica investimentos sociais e perpetua a desigualdade.
Como políticas coniventes e interesses econômicos impulsionam a devastação ambiental e a desindustrialização no Brasil.
Pressões do financismo para aumentar taxa de juros persistem, mesmo com inflação controlada e desemprego elevado, ameaçando a retomada econômica e as promessas de Lula
Como a atuação do Banco Central reflete a captura do poder econômico e ignora as demandas do desenvolvimento social e econômico do país.
Análise crítica revela o aumento exponencial dos gastos com juros da dívida pública e questiona a eficácia das políticas de austeridade fiscal no Brasil.
A financeirização distanciou o capital financeiro da economia real, elevando a instabilidade e expondo a economia global a crises sem regulação eficaz.
A insistência em alcançar um déficit zero fiscal é uma ilusão que negligencia a realidade econômica e social, impedindo o progresso e o desenvolvimento sustentável do Brasil.
Banco Central é criticado pela falta de regulação da concentração bancária e dos spreads abusivos, destacando a necessidade de priorizar o interesse público e a concorrência justa
A insistência em alcançar o equilíbrio fiscal primário, ignorando os R$ 770 bilhões gastos em despesas financeiras, exige que Lula defina claramente a prioridade de seu governo.
A falsa independência do Banco Central com Campos Neto favorece o financismo, sabota políticas sociais e desafia o governo Lula a reorientar a economia e combater a austeridade
A insistência na austeridade fiscal no Brasil sacrifica o desenvolvimento econômico e social, ignorando os elevados pagamentos de juros da dívida pública
As semelhanças entre as ações econômicas de Haddad e os interesses do financismo revelam um distanciamento das promessas de mudança do governo Lula.