São vários os obstáculos para o país retomar um ciclo virtuoso na economia. Um dos mais graves é a atual política de independência do Banco Central e as elevadas taxas de juros que inviabilizam as possibilidades de crescimento econômico do país.
Sindicalismo sabe que a tramitação de matérias trabalhistas exige uma ampla negociação no Congresso Nacional
70% dos brasileiros recebem até dois salários mínimos. Na Previdência Social, 65% dos beneficiários, quase 14 milhões de pessoas, recebem um salário mínimo
Movimentos sociais lutam pela reconstrução nacional, apoiam governo Lula e buscam isolar a extrema-direita para impulsionar mudanças.
Armado com a agenda da classe trabalhadora, aprovada na Conclat 2022, o sindicalismo pode ser base importante para impulsionar o governo
A expectativa das centrais sindicais é que se alcance uma proposta consensual e até o mês de agosto seja encaminhado ao Congresso projeto de lei de atualização trabalhista no país.
A expectativa é que neste primeiro semestre o Grupo de Trabalho elabore um novo marco legal que fortaleça as negociações coletivas e os sindicatos, com a manutenção do artigo 8º da Constituição e os sindicatos como base da negociação coletiva.
Os atos deste ano serão pelo fim da atual política de juros do Banco Central, redefinição do papel da Petrobras e mais investimentos em infraestrutura econômica e social.
Durante toda a sua existência, a Corrente sempre defendeu um sindicalismo classista, unitário e de luta.
Como conciliar o aumento da representatividade sindical do PCdoB com a elevação do trabalho de construção partidária é o grande desafio.
Além de defender a pauta da Conclat, o movimento sindical espera ter no Dia Internacional do Trabalhador o anúncio das conclusões do grupos de trabalho criados por Lula para tratar dos direitos trabalhistas.
A defesa da CLT e dos direitos sociais constitucionais devem ser a premissa para estabelecer bases mínimas consensuais para o debate.