Todos os princípios da administração pública são aviltados todos os dias com a participação direta de bolsnaristas e lavajatistas.
Os grandes meios de comunicação no Brasil continuam a abrigar em suas redações um féretro de zumbis que, do alto de seus pedestais, determinam quem pode viver ou quem deve morrer (política ou fisicamente)
É fundamental, portanto, “defender a alegria como trincheira” de luta.
Tido como um “deus” para uma legião de fanáticos, Bolsonaro não dá a mínima para o que especialistas do mundo inteiro vêm recomendando no combate à pandemia do coronavírus.
“O Brasil não pode parar”
A enchente que assolou a maior a central de abastecimento do Brasil, a Ceagesp, nesta última terça-feira (11/02) chocou o país. Mais de 7 mil toneladas de alimentos perdidas e um prejuízo estimado em 24 milhões de reais. Terá sido apenas mais uma fatalidade ambiental ou faltam investimentos nesta estratégica estatal que poderiam ter mitigado esta tragédia? No presente artigo, veremos que há uma longa campanha de dilapidação de um exitoso sistema nacional de abastecimento inaugurado há décadas que atinge não somente a Ceagesp, mas todas as demais Ceasas.
“Pobre Alvim. Exonerado do cargo por seu líder e insultado por seu ídolo. Tudo isso em apenas um dia. Deve ter sido demais para ele.”
“O uso de fertilizantes é responsável pelo incremento da produção agrícola mundial. Responsável também pela negação da tese malthusiana de que todo o investimento adicional de trabalho e capital sobre a terra vem acompanhado não pela obtenção de quantidade correspondente de produtos, mas por uma quantidade decrescente.”