A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) diz que, de forma suprapartidária, a Câmara aprovou importantes projetos este ano que garantem mais segurança e uma vida sem violência
A quarta edição do relatório Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil (2023), aponta que 52% da população brasileira testemunhou alguma situação de agressão contra meninas e mulheres por parentes ou parceiros íntimos.
Obras como “Terra e Paixão”, “Vai na Fé” e “Os Outros” colocam em pauta o estupro e a violência doméstica que atingem milhares de brasileiras e que cresceram nos últimos anos
Objetivo da Comissão de Defesa da Mulher da Alerj é criar mecanismos de proteção contra a violência sexual e punição para criminosos
Parlamentares reuniram-se como governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que prometeu toda atenção ao caso.
Você vem suportando tudo sem se curvar, com dignidade e leveza
Governos e sociedade devem dar as mãos para enfrentar a violência contra as mulheres.
O documento é assinado pelas gestoras de políticas para as mulheres do Nordeste e foi entregue à bancada feminina da Câmara dos Deputados.
Ofelia Fernández, a mais jovem deputada da América Latina, fala sobre sua trajetória desde o movimento estudantil argentino, sua integração ao Ni Una Menos, o novo momento que a Argentina viva com a eleição de Alberto Fernández e como imagina o mundo pós-pandemia.
Meu primeiro artigo. Como não queria estar aqui escrevendo sobre isto, mas daí também não teria sofrido pelos ataques sofridos a Presidenta Dilma durante a campanha de 2014. Este foi o marco. Eles tentaram pela via Democrática, mas nós descobrimos que nosso voto vale tanto quanto o voto de qualquer um que faz parte de 1% da população mais rica do país.
Segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), uma a cada 100 mulheres vai à Justiça contra violência doméstica no Brasil. Os registros no órgão aumentaram 16% em 2017, na comparação com 2016. Para Lucia Rincon, membro da coordenação nacional da União Brasileira das Mulheres (UBM), esse aumento reflete a tomada de consciência das mulheres, que é fruto das políticas públicas conquistadas nos últimos anos, mas que vêm sendo desmontadas pelo governo Michel Temer.
Por Verônica Lugarini
O portal ACidadeOn/Campinas informa que a educadora Ana Maria Furlan, 29 anos, foi presa no início da noite de quinta-feira (8) durante um protesto realizado justamente em referência ao Dia Internacional da Mulher, no centro de Campinas.