Dados apresentados pelo Ministério da Justiça apontam redução em todos os índices de violência: homicídios caíram 3,26%; feminicídios, 2,44% e os latrocínios, 20,73%
Levantamento feito em 2021 mostra que, em números absolutos, país foi onde mais se cometeram assassinatos (acima de 45 mil), seguido da Índia e do México; 81% das vítimas são homens
Atlas da Violência mostra, ainda, que entre os anos de 2011 e 2021, 107.456 crianças e adolescentes de zero até os 19 anos foram vítimas da violência letal no Brasil
Apesar da queda de 18,3% nos homicídios entre 2011 e 2021, números seguem altos. Redução não foi maior devido à política armamentista de Bolsonaro, diz Atlas da Violência
São 22 grupos diferentes atuando em 178 (23,05%) dos 772 municípios da região. As facções nacionais e estrangeiras estão envolvidas em diversos tipos de crimes
Levantamento mostra que entre 2018 e 2022, 32 foram mortos. A maioria dos assassinatos, 69%, ocorreram em quilombos não titulados
Ministro observa que execução pode ter ligação com atividade parlamentar, pois uma das vítimas é irmão da deputada Sâmia Bonfim e cunhado do deputado Glauber Braga
Da violência sexual às mortes por bala perdida, crianças e adolescentes são cotidianamente expostos a uma rotina de sofrimento que compromete seu desenvolvimento — e do país
Foram 145 mortes no estado, no primeiro semestre, contra 126 no ano passado. Secretaria de Segurança Pública diz que “opção pelo confronto” aumentou
Em cerimônia, foram assinados nove atos do Programa de Ação de Segurança (PAS) que inclui ações de combate ao crime organização, controle de armas, proteção da Amazônia, crianças e adolescentes.
Crimes sexuais contra crianças e adolescentes saltaram 15% entre 2021 e 2022; casos de estupro cresceram 8,2% no mesmo período, segundo Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Supremo estabelece que só pode ter arma de fogo quem demonstrar “efetiva necessidade” e que regras devem ser alteradas só pelo Congresso, ao contrário do que fez Bolsonaro