Em parceria entre a Polícia Civil da Bahia e o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) capacita policiais baianos para o atendimento a crianças vítimas de violência. Participam do treinamento os agentes que atuam na Dercca (Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Criança e o Adolecente), nesta terça-feira (15/1).
O prefeito de Juazeiro, Isaac Carvalho (PCdoB), acompanhado do chefe de Gabinete, Roosvelt Duarte, e da presidenta do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescentes (CMDCA), Elzirene Oliveira, esteve na tarde desta quarta-feira (05/12), em Salvador, para receber a certificação de Juazeiro com o Selo Unicef Município Aprovado Edição 2009-2012.
A África é o continente que ainda representa os maiores desafios para as crianças em matéria nutricional, sobrevivência, desenvolvimento, educação e proteção, dizem representantes de organizações internacionais na região.
O município de Juazeiro, no Norte da Bahia, recebeu o Selo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) de Município Aprovado, na última quinta-feira (29/11), em Brasília, pelos investimentos e desenvolvimento de políticas públicas nas áreas de educação, saúde e social para crianças e adolescentes. O prêmio foi recebido pelo prefeito Isaac Carvalho (PCdoB), que estava acompanhado da presidenta do Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes da cidade.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) certificou, nesta quinta-feira (29), 399 municípios do Semiárido e da Amazônia em reconhecimento aos avanços alcançados nas áreas da infância e adolescência.
No Brasil, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos caiu 73%, nas últimas duas décadas, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Os dados do Brasil colocam o país em quarto no ranking de avanços, atrás apenas da Turquia, do Peru e de El Salvador na relação das nações que mais obtiveram conquistas na prevenção de doenças infantis.
O Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância, divulgou nota oficial juntando-se às diversas manifestações contrárias à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de absolver um homem acusado de violência e exploração sexual de três crianças de 12 anos. “O Unicef no Brasil manifesta profunda preocupação com as possíveis consequências negativas dessa sentença para a proteção e garantia dos direitos de meninos e, sobretudo, meninas no Brasil”.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou nota na noite de hoje (2) em relação à declaração da ministra do Desenvolvimento Social (MDS), Tereza Campello, que contestou o resultado do relatório da Unicef sobre a situação dos adolescentes no Brasil. Segundo a ministra, a população de adolescentes extremamente pobre no Brasil diminuiu, o contrário dos dados da Unicef. “Temos hoje menos jovens entre 12 anos e 17 anos pobres e extremamente pobres do que tínhamos em 2004”.
A ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, contestou hoje (2) o resultado do relatório Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre a situação dos adolescentes no Brasil. Segundo ela, a população de adolescentes extremamente pobre no Brasil diminuiu, o contrário dos dados da Unicef. “Temos hoje menos jovens entre 12 anos e 17 anos pobres e extremamente pobres do que tínhamos em 2004”.
O percentual de adolescentes brasileiros de 12 a 17 anos que vivem em famílias de extrema pobreza (até um quarto de salário mínimo per capita) cresceu entre 2004 e 2009. Segundo relatório Situação da Adolescência Brasileira 2011, do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef), o percentual passou de 16,3% para 17,6%. No mesmo período, a situação de extrema pobreza da população em geral caiu de 12,4% para 11,9%.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou nesta quarta (30), em Brasília (DF), um relatório sobre a situação dos adolescentes brasileiros. Na área da educação, o órgão aponta que 20% dos adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora da escola, em uma faixa etária que abrange praticamente todo o ensino médio. Quando analisada a faixa de 6 e 14 anos a situação é mais tranquila, com apenas 3% fora da escola.
A existência no mundo em desenvolvimento de 146 milhões de crianças menores de cinco anos abaixo do peso, contrasta com a realidade das crianças cubanas, reconhecidas mundialmente por estarem alheias a este mal social. Essas cifras apareceram em um recente reporte do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), sob o título de "Progresso para a Infância, um balanço sobre a nutrição", divulgado na sede da ONU.