Nelson Barbosa, ex-ministro da Fazenda no governo Dilma, disse que insistir no teto de gastos vai agravar a crise no país. Segundo ele, essa política não encontra amparo nem no Fundo Monetário Internacional
O piso emergencial social garantiria recursos mínimos para saúde, educação, segurança alimentar e assistência social. Para 2021, orçamento necessário estimado seria R$ 665 bilhões.
Segundo Grazielle David, assessora da Rede de Justiça Fiscal da América Latina e Caribe, as propostas para sair do impasse criado pelo teto não resolvem problemas de financiamento.
A crise sanitária instalada pelo novo coronavírus transformou o teto dos gastos numa mera fantasia.
O PCdoB lançou, na sexta-feira (25), sua Plataforma de Saúde para as eleições municipais com a participação da presidente Luciana Santos, do governador Flávio Dino e da deputada federal Jandira Feghali. A parlamentar considera estratégico o embate sobre a importância do Sistema Único de Saúde, pois a pandemia não garante a interrupção do desmonte do estado e da saúde pública.
Criado após a Constituição de 1988, o Sistema Único de Saúde representou uma revolução social sem precedentes e é exemplo global, mas vive a ameça constante da falta de dinheiro
O governador afirma, em artigo, que existem caminhos para o Brasil superar um dos piores momentos de sua história. Leia abaixo a íntegra do texto:
As despesas com abono e seguro-desemprego sairão de R$ 62,8 bilhões, estimativa do 3º bimestre de 2020, para R$ 58,9 bilhões em 2021.
No rescaldo de quarta-feira, quando o Ministério da Economia precisou desmentir rumores de que Guedes pediria demissão após a fritura do chefe, análises colocam em relevo o apuro em que o presidente se meteu.
Um fato que vem marcando a educação brasileira, desde o tempo da colônia, é a histórica resistência dos nossos dirigentes à manutenção e desenvolvimento da educação. Indo na contramão do entendimento de que a educação se constitui num investimento de alto retorno.
O documento é uma iniciativa da ABED – Associação Brasileira de Economistas pela Democracia e exige também um pacto social mais harmônico uma reforma tributária progressiva.
Uma das primeiras medidas aprovadas no governo de Michel Temer, o teto de gastos limita os gastos públicos até 2036.