Entidades de trabalhadores denunciam resultado das políticas do “desgoverno Bolsonaro”, que inclui 55% da população sofrendo insegurança alimentar, quase 90 milhões de pessoas que passam fome e 32 milhões de trabalhadores que estão desempregados. Em nota, defendem que a renda de proteção seja de R$ 600,00 e, nos casos especiais como as mães chefes de família, de R$ 1.200,00.
Para o pesquisador associado do FGV Ibre, que foi Ministro da Fazenda e do Planejamento durante o Governo Dilma, é necessário se chegar a um consenso mínimo político para fazer um reequilíbrio fiscal que vai levar uma década inteira.
Ministro da Economia já apelou ao presidente do Senado para que paute a votação da reforma do IR. Programa social é justificativa para privatizações, atraso de precatórios, aumento do IOF, pedaladas fiscais etc.
Segundo Bruno Funchal, imposto sobre os ricos custeará o programa, pois IOF apenas serviria para criar o Auxílio Brasil. Além da aprovação da reforma tributária, o programa ainda depende do teto de gastos e atraso dos precatórios.
Ministro de Bolsonaro disse que cometerá crime de responsabilidade se liberar recurso
Folga do teto permitiria elevar gastos com programa social, reduziria a miséria, “mas empobreceria os ricos”.
Benefício continuará a ser pago até outubro, em meio a forte queda da popularidade do governo nas pesquisas e manifestações crescentes pelo impeachment.
A EC 95 não é apenas uma regra fiscal, mas uma decisão de redução do Estado em longo prazo. É sempre válido lembrar: mais de 80% da despesa primária governamental está concentrada em saúde, educação, previdência e segurança.
“Qualquer um de nós poderia derrotar Bolsonaro. Não é isso que precisa ser discutido”, enfatizou o ex-governador e ministro, criticando a política econômica fiscalista e reprimarizante.
Bolsonaro tem até quinta-feira (22) para sancionar ou vetar Orçamento 2021. Além de cortes absurdos, a peça orçamentária subestimou as despesas com a pandemia, razão pela qual tem sido chamada de fictícia
Em live do Portal Vermelho, Giliad de Souza Silva falou sobre racismo estrutural e o caráter excludente de determinadas políticas econômicas
Relator geral do Orçamento, o bolsonarista Márcio Bittar cortou gastos obrigatórios, como Previdência, para acomodar R$ 29 bilhões em emendas parlamentares relativas a acordos com o Centrão