No enfrentamento a pandemia vai ficando cada vez mais nítido que a luta em defesa da vida aglutina muitas forças da sociedade.
Bolsonaro e seu governo tem a obrigação de investir na saúde e na sustentação econômica do povo brasileiro durante a pandemia
Documento ressalta que país tem 1,9 milhão de imigrantes e que dados são essenciais para orientar políticas direcionadas a essa parcela da população.
Lígia Bahia questionou a força do Sistema Único de Saúde (SUS), neste momento, em que muitos celebram sua importância. “Fala-se muito em SUS isso, SUS aquilo, mas ele não está dando conta”, diz ela, que considera que o Rio de Janeiro carrega um fardo maior na saúde pública.
Diante da falta de liderança do governo federal, entidade defende que governos estaduais tomem a frente do processo de reconversão industrial.
A Fiocruz completa 120 anos, em maio, e tem a cadeira da Presidência ocupada pela socióloga Nísia Trindade Lima. Ela lida com a epidemia de covid-19 como uma emergência sanitária e humanitária multidimensional, cujo enfrentamento requer conhecimento de todas as áreas da ciência.
Medida também é uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça. O ministro da Saúde de Bolsonaro, Nelson Teich, quer “cooperação” e resiste a “tomar” leitos.
Nelson Teich, há 20 dias no cargo, demonstra falta de familiaridade com temas da área e é excessivamente dependente dos subordinados
Crise imposta pela pandemia do novo coronavírus é agravada pela irresponsabilidade do presidente
Para CNS, decisão de Bolsonaro reafirma que governo sobrepõe discurso econômico à vida.
“O Sistema Único de Saúde foi uma importante conquista social obtida com a Constituição Federal de 1988 e ao longo dos últimos 30 anos conseguiu avançar bastante na oferta de serviços de saúde para a população”
Apesar da irresponsabilidade do presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento à Covid-19, Mandetta sobressai, principalmente no que diz respeito à paralisação das atividades públicas e privadas não essenciais e ao isolamento social