Se você vem do Brasil e algum estrangeiro desavisado lhe perguntar qual é o gênero musical mais autêntico do país, a sua resposta, rápida e precisa, com toda a certeza será “o samba” (por sinal, é capaz que o próprio forasteiro já saiba disso). Mas por que o samba parece nos representar assim tão bem? Façamos o exercício inverso.
Conversando em novembro Pelo Telefone com o pesquisador de música popular brasileira José Roberto Zan eu me lembrei da composição A Força do Samba, de Luiz Grande. À certa altura do samba, o autor diz: “…Vem onda, sai onda e o samba está sempre aí. Firme e forte com força para resistir”. O bate-papo com Zan tratou exatamente da parte que “o samba está sempre aí”, se transformando ao longo do século XX.
Por Railídia Carvalho
O editor do Portal Vermelho, Inácio Carvalho me sugeriu escolher dez sambas representativos do centenário do gênero. Foram muitos os critérios e o mais forte deles foram sambas que estão no meu repertório. Além do jornalismo, vivo há 17 anos cantando em rodas de samba com absoluta entrega aos ritos e ao encantamento que o samba e a roda podem produzir.
Por Railídia Carvalho
O editor do Portal Vermelho, Inácio Carvalho me sugeriu escolher dez sambas representativos do centenário do gênero. Foram muitos os critérios e o mais forte deles foram sambas que estão no meu repertório. Além do jornalismo, vivo há 17 anos cantando em rodas de samba com absoluta entrega aos ritos e ao encantamento que o samba e a roda podem produzir.
Por Railídia Carvalho
São Paulo e Bahia guardam redutos de samba que devem ser tratados como relíquias. São os bares Cantina da Lua, em Salvador, e Bom Motivo Bar, na capital paulista. Naquelas mesas se encontraram sambistas veteranos e iniciantes, surgiram novos sambas e instrumentistas. A música pulsava através dos anfitriões: o baiano Clarindo Silva e o paulista Roberto Lapiccirella.
Por Railídia Carvalho
Em homenagem ao centenário do samba, comemorado nesta sexta-feira (2), a deputada Leci Brandão (PCdoB-SP) realiza uma sessão solene pelo Dia Nacional do Samba – Memória do Samba Paulista. O evento acontece na Alesp. Serão homenageados: Dona Inah, cantora; Dona Maria Esther, do Samba de Roda de Pirapora do Bom Jesus; Moisés da Rocha, apresentador do programa o Samba Pede Passagem; Osvaldinho da Cuíca; Tonheca, da Velha Guarda da Escola de Samba Barroca Zona Sul.
Neste ano, comemora-se o centenário do gênero musical com maior prestígio em todo o território nacional: o samba. É consenso entre os historiadores de que este ritmo genuinamente brasileiro nasceu com os escravos e se firmou no início do século 20, no Riode Janeiro, então capital federal, para onde migraram milhares de negros após a Abolição.
Por Marcos Aurélio Ruy
O samba faz 100 anos e tudo começou oficialmente com Pelo Telefone. No dia 1º de novembro de 1916, a partitura de Pelo Telefone era finalizada. No entanto, manuscrita para piano, ela só foi registrada oficialmente na Biblioteca Nacional no dia 27 de novembro. Na folha de abertura está escrito: “Pelo Telephone – Samba Carnavalesco”.
A Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou projeto de lei que declara como patrimônio histórico e cultural a obra do sambista Adoniran Barbosa. A proposta do vereador Toninho Paiva (PR) foi enviada para sanção do prefeito Fernando Haddad, na última quinta-feira (17).
A cultura samba rock festeja o reconhecimento da manifestação como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade de São Paulo assegurado nesta sexta-feira (11) em decisão unânime do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo (Conpresp). O samba rock expressa na música e na dança a resistência paulista da cultura negra nacional que sobrevive ao preconceito e à exclusão.
Por Railídia Carvalho
Cantor, compositor e cavaquinista, o sambista Maurinho de Jesus é o convidado do mês de junho do projeto Terças de Samba, na galeria Olido, no centro da capital paulista. A entrada é franca e o público poderá ouvir o repertório gravado por Maurinho no cd Amor Primaz, trabalho independente lançado no final de 2015. E também, relembrar clássicos do samba, gênero que comemora em 2016 cem anos de existência. O artista se apresentará todas as terças-feiras, na galeria Olido, a partir das 19h.
Por meio das redes sociais, o presidente da União das Escolas de Samba Paulistanas (Uesp), Katixu Ricardo Campos, comentou a atual crise política que o paíu enfrenta e convocou os sambistas da cidade para um posicionamento firme contra o golpe. Ele convoca um ato com sambistas para o próximo dia 30, a partir das 11 horas na Rua Rui Barbosa, 588, na Bela Vista, região central da capital paulista.