O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pede nesta quarta-feira (27) a união dos trabalhadores para garantir a continuidade do processo revolucionário e impedir a volta da opinião contrária ao processo de inclusão nacional.
Trabalhadores de diferentes setores e estados da Venezuela irão marchar nesta quinta-feira (10) até a Assembleia Nacional para defender as políticas sociais implementadas pelo presidente Hugo Chávez em seus 12 anos de governo.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, comemora nesta quarta-feira (2) 12 anos no poder. Em comemoração, Chávez convocou revolucionários de 70 países para participarem de uma jornada de solidariedade internacional em favor da Revolução Bolivariana e do projeto de instaurar na Venezuela um regime de socialismo do século 21.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, assegurou que só com a unidade das forças revolucionárias o país avançará para uma sociedade mais justa.
O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) iniciou o debate das cinco linhas estratégicas que orientarão nos próximos dois anos o trabalho da agremiação.
Num pronunciamento em que criticou o burocratismo, a cultura política capitalista e a inércia da máquina eleitoral, o líder da Revolução Bolivariana, em encontro realizado na terça-feira (11) em Caracas com dirigentes do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), fez um chamamento a que o partido seja efetivamente um líder das lutas do povo e um poderoso instrumento de propaganda, agitação e comunicação.
Em Cuba, o presidente venezuelano Hugo Chávez Chávez se referiu ao conjunto dos acontecimentos vividos na América Latina como um “furacão da história”, advertindo ao mesmo tempo que “estarão sempre presentes os perigos, as ameaças (…), a conspiração permanente”. Ele denunciou que o imperialismo norte-americano está montando outra operação contra a Revolução Bolivariana. As declarações foram feitas durante entrevista ao canal Cubavision, em rede com a Venezuelana de Televisão.
Vinícius Mansur, do Brasil de Fato (Brasil), e Sara Pabst, da Prensa de Frente (Argentina), entrevistaram opositores do presidente da Bolívia, Evo Morales, durante as eleições gerais de 6 dezembro de 2009. Os principais argumentos contra o presidente: xenofobia, preconceito, racismo e homofobia. A vitória de Evo nas últimas eleições foi acachapante, mas a entrevista deixa claro que a direita boliviana não é brincadeira, é de arrepiar os cabelos!
O filósofo e mestrando em educação pela Universidade Federal do Ceará Erlon Barros faz uma análise da Nova Lei Orgânica da Educação na Venezuela sancionado recentemente pelo presidente Hugo Chavez.