Normas retiraram uma série de direitos trabalhistas e precarizaram as relações de trabalho no país
Governo quer fazer nova reforma trabalhista que favorece apenas os empresários, libera o trabalho aos domingos e jornada sem limites em teletrabalho, e ainda impede Justiça de negociar, entre outras maldades.
As entidades citam reformas que vêm sendo feitas, desde 2016, visando gerar empregos, como a terceirização de serviços, a reforma trabalhista e a reforma previdenciária.
Quatro anos após entrada em vigor da nova legislação trabalhista, Brasil tem milhões de desempregados. Deputados criticam discursos falaciosos e relembram luta contra a matéria no Parlamento.
“É preciso valorizar a ampla unidade entre as entidades do funcionalismo público, as Centrais Sindicais e os movimentos populares, deixando nossas diferenças de lado, para atuar nas ruas, nas redes sociais e na pressão parlamentar contra a Reforma Administrativa (PEC 32)”, diz Thiago Duarte Gonçalves.
Com falsas promessas de gerar empregos, a reforma Trabalhista completa quatro anos de vigência. O mesmo golpe retorna com a reforma Administrativa
Leia a nota das centrais sindicais comemorando a vitória da articulação contra a cobrança de honorários e custas por processos trabalhistas, prevista na reforma trabalhista
O STF julgou inconstitucionais os artigos da reforma trabalhista que eliminavam o benefício da justiça gratuita a trabalhadores que resolvessem reaver judicialmente os seus direitos desrespeitados por empresas.
Julgamento que começou em 2018 terminou hoje.
O presidente ataca os trabalhadores mais uma vez, retirando direitos, diminuindo a renda e ressuscitando parte da Carteira Verde e Amarela.
Associação dos Magistrados e Ministério Público do Trabalho afirmam que medidas que transformaram Medida Provisória em reforma trabalhista são inconstitucionais e não geram empregos
MP 1.045/21 vem se somar a inúmeros métodos já em funcionamento de precarização e sobre-exploração do trabalho: trabalho autônomo, informal, uberizado, sem registro, etc.