Em 2021, apenas 0,5% do estoque de empregos formais no País estava vinculado à modalidade intermitente
Ministro do Trabalho reúne informações para atualizar legislação e reverter retrocessos aprovados por Temer e Bolsonaro; expectativa é votar no Congresso ainda em 2023
Redução da jornada – de 45 para 40 horas por semana, sem perdas salariais – foi aprovada por unanimidade no Senado
Segundo o presidente da CTB, é preciso “combinar a luta institucional com a luta social para fazer valer a importância de seguir lutando e resistindo com a perspectiva de transformar o Brasil”
Presidente da CTB faz parte do grupo técnico da transição do governo Lula na área do Trabalho. Salário mínimo, correção da tabela do IR e garantia do Bolsa Família são prioridades.
Legado da reforma trabalhista precarizou empregos, diminuiu a renda dos trabalhadores, enfraqueceu as negociações coletivas e atentou contra o movimento sindical.
Movimento dos trabalhadores na Amazon e na Starbucks mostram que o sindicalismo cresce, após declínio de 60 anos. Em algumas corporações, os trabalhadores se organizam pela primeira vez.
O que os governos desde 2017 chamam de “modernização” significou legalizar a precarização, afirma sociólogo.
Brasil de Fato: Candidatos à Presidência prometem revogar legislação trabalhista brasileira aprovada em 2017, no governo Temer.
Reportagem detalha como os programas de governo dos dois candidatos “apontam para rumos opostos em temas-chave como leis trabalhistas, privatizações e gastos públicos”. As propostas foram protocoladas no TSE.
Um novo código do trabalho e a defesa do fortalecimento sindical são indispensáveis para transformar o Brasil um país desenvolvido, democrático e com valorização do trabalho
Duas propostas sobressaem: abolir as maldades da reforma de Temer e incorporar na legislação os trabalhadores sem carteira assinada, como os “uberizados”.