Estão abertas as inscrições para o 5º Prêmio Educar para Igualdade Racial, até dia 7 de maio. O objetivo é de sensibilizar, incentivar e subsidiar professores de todo o país para a inclusão da temática racial-étnica nos projetos pedagógicos. O concurso destina-se também à participação de escolas que desenvolvem práticas de valorização étnico-racial nas categorias infantil e ensino fundamental e médio.
Visivelmente eufórica durante o lançamento da candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência da República, no sábado (10), em Brasília, a colunista Eliane Cantanhêde, da Folha de S.Paulo, não conteve o preconceito de classe. Em videocast postado no site da Folha Online, a jornalista afirma que o evento revelou o PSDB como um partido de massa, mas "a massa cheirosa" do Brasil.
O documentário Raça Humana, sobre a polêmica das cotas raciais na Universidade de Brasília (UnB) será lançado, nesta quarta-feira (3), às 23 horas, na TV Câmara. A data coincide com o dia de abertura das audiências públicas que o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza para debater o assunto que é objeto de ação no tribunal.
Para compreendermos o processo de formação da sociedade brasileira, é preciso entender que o racismo foi ideologia fundamental para a manutenção do Estado que se pretendia formar, isto é, não ocorre processo colonialista sem racismo.
Por Clédisson Júnior*
O senador Arthur Virgílio Neto (PSDB) demonstrou, semana passada, que os direitos humanos definitivamente não estão contemplados na plataforma política da direita. Após diversos ataques ao avançado Programa Nacional de Direitos Humanos III do governo federal, o líder dos tucanos no senado foi um dos responsáveis para que a PLC 122/06, que criminaliza a prática da homofobia, fosse vetada na Casa.
O repórter Márcio Neves, da Folha Online, localizou os garis que foram ofendidos pelo jornalista Boris Casoy no último dia do ano de 2009. O vídeo com as declarações descabidas de Casoy ganhou grande repercussão em todo mundo e obrigou Boris a pedir desculpas publicamente a todos os garis do Brasil. Na entrevista, os garis afirmam que ficaram chateados e agradeceram a revolta contra Boris. Eles ainda dizem perdoar o jornalista porque não sentem mágoas.
Estréia nesta sexta-feira (8) a série “As Américas têm cor: Afrodescendentes nos Censos do Século 21". Diferentes tons de pele negra, redutos, histórias individuais e coletivas, denúncias e estratégias de superação do racismo. Esses são alguns dos conteúdos da série que restabelece e leva os laços da diáspora negra na América Latina para a tela da televisão.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo (Siemaco), José Moacyr Malvino Pereira, afirmou que irá entrar com uma ação civil pública contra o jornalista Boris Casoy, por sua declaração sobre o trabalho dos garis no Jornal da Band. “Vamos entrar com uma ação civil pública para que ele se retrate na Justiça. Já assinei a procuração”, declarou o presidente da entidade.
A primeira campanha para Lula presidente contou com a participação de muitos artistas, inclusive com Caetano Veloso. As imagens são do show histórico realizado na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro. Cerca de 50 mil pessoas pagaram ingresso do show dos artistas para Lula. No mês passado Caetano provocou polêmica ao dizer que Lula era analfabeto durante uma entrevista ao jornal Estadão. Pouco tempo depois se arrependeu e pediu desculpas pela declaração preconceituosa.
Nascido em Feira de Santana, na Bahia, o músico Roberto Kuelho já é bem conhecido em seu estado, mas ganhou repercussão em todo país após postar no Youtube a canção Vestido Curto, uma homenagem do compositor a estudante Geisy Arruda — expulsa e depois reintegrada à Uniban por força da opinião pública. Com quase 57 mil visitas no Youtube, a canção de protesto continua bombando na web.
Parem o choque da cultura é um video originalmente em inglês, que mostra que ocidentais e orientais não são tão diferentes quanto se pensa. Uma reflexão interessante sobre o quanto os dois mundos tem de semelhante sob a égide do capitalismo.
A bancada evangélica no Congresso tem criado um movimento de resistência ao Projeto de Lei da Câmara que visa coibir o preconceito de gênero, portadores de deficiência, idosos e orientação sexual, aprovado na semana passada na Comissão de Direitos Humanos do Senado. A relatora do projeto, senadora Fátima Cleide (PT-RO), explica que o projeto não trata apenas da homofobia, como querem fazer crê os evangélicos. A proposta é combater a discriminação como um todo, explica ela.