De acordo com o ministro do STF, as fraudes estão se generalizando, situação que pode culminar em uma “nação de pejotizados” sem proteção social
Nesses 7 anos, sobram evidências dos males que a lei causou aos trabalhadores. Hoje, 70% dos informais sonham com a carteira assinada e o trabalho intermitente volta à mira do STF
Precarização das condições de trabalho cresceu em uma década, porém motoristas e entregadores por aplicativos são contra a regulamentação do governo
Em parceria com o Sinpro-RJ, “O Futuro É Nosso” discute como o avanço da tecnologia reflete sobre a precarização laboral no Brasil
Presidenta do BNDES é favorável a excluir essas empresas da concessão de empréstimos públicos.
Realidade mostra, no entanto, que falta emprego e melhores condições de trabalho e oportunidades para a juventude
A Medida Provisória traz embutida a falsa ideia de que criará mais oportunidades para os jovens em situação de vulnerabilidade, mas vai fragilizar os avanços obtidos na Lei da Aprendizagem
Segundo o texto aprovado, que ainda vai ser analisado pelo Senado, pelo Programa Nacional de Prestação de Serviço Civil Voluntário, vinculado ao Ministério do Trabalho e Previdência, os municípios pagarão bolsas, em razão da prestação de serviços em atividades consideradas como de interesse público
Sejam motoristas, sejam ciclistas, sejam motociclistas, todos eles são expressões de um Brasil que, desde 2015, ostenta taxas de desemprego superiores a dois dígitos.
População ocupada chegou a 90,2 milhões de pessoas, 4% a mais em relação ao trimestre móvel anterior. Quase 70% desse aumento, no entanto, foi de vagas informais – sem carteira de trabalho assinada ou por conta própria.
Para Clemente Ganz Lúcio, desemprego, informalidade e precarização permanecerão em 2022.
MP 1.045/21 vem se somar a inúmeros métodos já em funcionamento de precarização e sobre-exploração do trabalho: trabalho autônomo, informal, uberizado, sem registro, etc.