O Pacto Militar do Atlântico Norte (Otan) afirmou neste domingo (27) que concorda em assumir o controle das operações militares que aplicam as resoluções da ONU na Líbia. O secretário geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, disse que a transferência de poder ocorreria “imediatamente”.
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, anunciou nesta quinta-feira (24) que a aliança vai assumir o controle da ofensiva militar internacional na Líbia. A mudança do comando pode ocorrer neste fim de semana. Desde sábado (19), as forças da coalizão internacional – lideradas pelos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha – atacam a Líbia sob o argumento de manter a zona aérea de exclusão na região.
Os ministros da Defesa da Organização do Tratado do Atlântico Norte – Otan continuam reunidos nesta sexta-feira (11), em Bruxelas, sede da organização, na busca de mecanismos de execução de ações militares contra o governo do líder líbio Muamar Kadafi.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) discute nesta quinta-feira (10) opções militares para intervir na Líbia, incluindo a imposição de uma zona de exclusão aérea, o bloqueio naval e a criação de um corredor para levar "ajuda humanitária".
Os mortos por ações violentas no Afeganistão aumentaram em 15% em 2010 chegaram a 2.777 nesse ano, batendo novo recorde desde a queda do Talibã em 2001, segundo um relatório das Nações Unidas apresentado nesta quarta-feira (9). Em 2009, o relatório identificou 2.412 e em 2008 foram contabilizadas 2.118 mortes de civis.
A crise na Líbia entrou há vários dias numa fase em que já não se pode designá-la como tal, nem mesmo como uma crise do Norte da África. Ganhou o status de grave problema internacional. Rufam os tambores de guerra e os imperialistas já não escondem que são frenéticos os preparativos para cometer mais uma agressão a um país soberano.
Por José Reinaldo Carvalho*
A proposta de adotar uma área de exclusão aérea na Líbia – por meio da qual o espaço aéreo passa a ser controlado por forças estrangeiras – ganha força a cada dia. Na terça-feira (8), o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, conversaram, por telefone, sobre a iniciativa.
Diferentemente do que acontece no Egito e na Tunísia, a Líbia ocupa o primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento Humano na África e tem a maior expectativa de vida no continente. A educação e a saúde recebem atenção especial do Estado. O nível cultural da população é certamente maior. Seus problemas são de outra natureza.
Por Fidel Castro, no CubaDebate
Daniele Ganser, professor de História Contemporânea, presidente da ASPO-Suiça e autor do livro “Exércitos Secretos da Otan”, revela, nesta entrevista à jornalista suíça Silvia Cattori, a existência, na Otan, de uma rede clandestina ligada ao terrorismo, formada pelo Clandestine Planning Committee (CPC) e o Allied Clandestine Committee (ACC), bem como a responsabilidade da CIA e do MI6 na sua criação, formação e treino.
O objetivo do novo projeto estratégico da Otan é garantir a atual distribuição do poder no mundo, que favorece principalmente os EUA e manter o controle de recursos minerais e energéticos para suas empresas
Por Rómulo Pardo Silva
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) reforça sua segurança às custas de terceiros, indicou na última quinta-feira (9) a chancelaria russa, ao comentar o acordo militar firmado entre a Polônia e os Estados Unidos.
Nestes dias, aconteceram na Europa dois fatos de grande repercussão mundial: o estrondoso colapso econômico da Irlanda (que sucede o da Grécia, enquanto Portugal e Espanha estão às portas de outro) e a Cúpula da belicosa Aliança do Atlântico Norte, em Lisboa.
Por Niko Schvarz