Organização sustenta poder imperialista norte-americano.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) faz 70 anos em 4 de abril. Após a catástrofe da Segunda Guerra Mundial, os princípios essenciais à construção da paz consolidaram-se na Carta das Nações Unidas. Entretanto, a OTAN edificou-se como motor da guerra das potências ocidentais contra o Comunismo. Finda a Guerra Fria, o bloco não só sobrevive, mas se expande promovendo a militarização global, ameaças e agressões. Sua presença na América Latina reforça o alerta.
Por Moara Crivelente*
O Fórum de Belgrado por um Mundo de Iguais, o Clube de Generais e Almirantes da Sérvia e a Sociedade Sérvia de Anfitriões organizaram eventos em Belgrado, em 22 e 23 de março, para registrar o 20º aniversário da agressão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) contra a ex-Iugoslávia. O Conselho Mundial da Paz (CMP) participou e a presidenta Socorro Gomes e outros membros fizeram contundentes denúncia da agressão.
Decorreu entre 16 e 18 de novembro, em Dublin, a 1ª Conferência Internacional Contra Bases Militares dos EUA e da OTAN, com a participação de diversas entidades e ativistas da paz, anti-imperialistas e ambientalistas.
De 16 a 18 de novembro, entidades e indivíduos engajados na luta contra a militarização do planeta e pela paz reúnem-se na Conferência Global contra as Bases Militares dos Estados Unidos e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em Dublin, na Irlanda
Desde o início da operação Liberdade Duradoura, isto é, a invasão do Afeganistão pela Otan, em outubro de 2001, a produção anual de ópio para fabrico de heroína e outras drogas ilícitas neste país cresceu entre 4000 a 4500%, alimentando um tráfico com lucros de um trilhão de dólares que terá provocado a morte de mais de um milhão de pessoas
Por José Goulão e Edward Barnes, de Cabul
Começa nesta quarta-feira (11) mais uma Cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na capital belga, Bruxelas. Movimentos sociais, da paz e ambientalistas realizaram nova agenda de protestos e uma conferência no fim de semana, com foco na oposição a Donald Trump e, no caso dos membros Conselho Mundial da Paz (CMP), com a denúncia reforçada da política imperialista de crescentes ameaças e de militarização do planeta.
Em uma conjuntura internacional marcada pela crise econômica das potências tradicionais, a ascensão de um novo ator de peso, a China, e o consequente reposicionamento da Ásia na balança de poder mundial, vêm ganhando relevo as ações dos Estados Unidos, até aqui a única superpotência do planeta, voltadas à retomada da agenda de controle unilateral sobre o território latino-americano.
Por Rita Coitinho*
A OTAN e a União Europeia querem que a Rússia assuma as suas responsabilidades pela queda do avião da Malaysia Airlines em 2014 na Ucrânia, num desastre que causou a morte aos 298 passageiros que seguiam a bordo. Moscou nega as acusações e lembra que ainda está acontecendo uma investigação internacional
Como conseguirá a aliança entre o Movimento 5 Estrelas e a Liga, que formam o governo italiano, a se alinhar à Rússia e deixar de percebe-la como ameaça se o seu plano de governo pretende continuar na OTAN que, sob o comando do "aliado privilegiado", está militarmente cada vez mais posicionada contra a "ameaça russa"?
Por Manlio Dinucci*
Dentro de algumas horas, a Rádio Televisão da Sérvia será bombardeada para calar a agressão da OTAN contra a Iugoslávia. Estamos em 1999 e este é um dos muitos ataques contra alvos civis, ao longo de 78 dias
Há já sete anos que a República Árabe Síria enfrenta as consequências da manobra dos EUA, seus aliados na OTAN e os regimes reacionários na região. O conflito que já ceifou as vidas de mais de 400 mil pessoas entra para o vergonhoso livro das tragédias da humanidade. Mas em heróica resistência, o povo sírio celebra mais um aniversário da sua libertação do jugo colonialista francês, em 17 de abril de 1946, com a defesa acirrada da sua soberania.
Por Socorro Gomes*