Numa primeira avaliação, o discurso do presidente Jair Bolsonaro na ONU foi falso e terá impacto danoso para a imagem internacional do Brasil. Foi falso porque negou a realidade que os dados mostram e que o mundo inteiro conhece: cresceram o desmatamento e as queimadas na Amazônia no primeiro ano da administração Bolsonaro. Além de falso, o discurso foi desastroso.
Por Kennedy Alencar
Em sua fala na ONU nesta terça-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro fez um discurso com viés ideológico e repleto de mentiras. Atacou países, imprensa, exaltou a ditadura militar e criticou o líder indígena Raoni Metuktire, que estaria sendo manipulado por nações que teriam interesses na Amazônia. Em nenhum momento falou de união ou conciliação. Para líderes da oposição, foi um vexame ao país nas suas relações internacionais.
Por Iram Alfaia
"Nesta terça acontecerá a abertura do novo período da Assembléia Geral da ONU. Por tradição, cabe ao presidente brasileiro o discurso inaugural. Será uma oportunidade de ouro para Bolsonaro expor ao mundo sua visão sobre o que acontece no Brasil, com ênfase na questão da Amazônia. Se disser essa e outras verdades, Bolsonaro será massacrado. Se mentir, como se espera dele, será ridicularizado".
Por Eric Nepomuceno, BR247
Já terá sido uma grande vitória se Jair Bolsonaro deixar Nova York, nesta quarta-feira (25), depois de discursar na abertura da assembléia das Nações Unidas, numa espécie de zero a zero. Entre políticos e diplomatas, não há qualquer expectativa positiva quanto ao pronunciamento, menos ainda em relação às reações – mesmo que o presidente, como se espera, modere as palavras e se comprometa com a preservação da Amazônia.
Em documentos enviados à ONU e a seus pares, diplomatas brasileiros colocam o país como um exemplo a ser seguido, e não como a de uma nação com desafios a serem superados.
Por Jamil Chade
O Relator Especial para a Libertade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), Edison Lanza, e o Relator Especial das Nações Unidas para a promoção e proteção do direito à liberdade de opinião e de expressão, David Kaye, manifestaram preocupação com a situação de Glenn Greenwald, de sua família e dos jornalistas do The Intercept Brasil.
Por Felipe Bianchi, do Barão de Itararé
“Preocupações reais e diferenças políticas sérias entre governos não podem nunca ser resolvidas pelo desencadeamento de desastres econômicos e humanitários, transformando as pessoas comuns em peões e reféns disso
Um resumo diário das principais notícias internacionais.
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