Encontro para limitar aquecimento global começou hoje na Escócia
Francisco disse esperar “respostas eficientes” e “esperança concreta”
Conferência da ONU que começa neste domingo em Glasgow, na Escócia, vai debater novas metas e estratégias para frear o aumento da temperatura da Terra. Brasil chega ao encontro desacreditado e com aumento de emissões em 2020, apesar da pandemia
Depender do resfriamento artificial para lidar com o calor crescente sobrecarregaria a demanda de energia e deixaria muitas pessoas perigosamente expostas a falhas de energia. Também abandonaria os membros mais vulneráveis da sociedade e não ajuda aqueles que têm que se aventurar fora.
O grau de sucesso é medido nas sessões de negociação, nos compromissos que são alcançados, na verificação do cumprimento dos acordos anteriores e no alcance da cooperação entre os países.
Não entregar a ajuda necessária a tempo pode colocar a meta de emissões globais líquidas zero até 2050 fora do alcance e, fatalmente, minar a fé no esforço mundial para conter as mudanças climáticas.
Líderes mundiais vão se reunir do dia 31 de outubro a 12 de novembro na Escócia para discutir novos compromissos para mitigar as mudanças climáticas.
Se os países puderem reduzir as emissões globais para “ zero líquido ” até 2050, isso poderá trazer o aquecimento de volta para menos de 1,5 C na segunda metade do século 21. Como se aproximar desse curso é o que os líderes e negociadores estão discutindo.
Ativistas seguram cartazes durante um protesto contra as mudanças climáticas no Quênia.
Alerta é feito por especialistas em relatório da Oxfam
Documento é assinado pelos chefes do Executivo de 23 estados e propõe ações compartilhadas para combate ao desmatamento e à emissão de gases do efeito estufa
Com a intenção de que se cumpra o Acordo de Paris, Biden pode aumentar a pressão internacional sob o Brasil para adoção de medidas de preservação ecológica mais rigorosas