Sérgio Moro solicitou investigação por suposto “crime contra a honra” de Jair Bolsonaro. Em discurso, Lula citou Bolsonaro e milícias.
O jornalista José Carlos Ruy resume as principais notícias da semana, publicadas no Portal Vermelho entre os dias 09 e 15 de fevereiro de 2020.
Ao que tudo indica, o que está acontecendo na Bolívia de hoje não é um levante popular. Foram as milícias as responsáveis pelos atos que geraram a total desestabilização do sistema político boliviano. Nos dias que sucederam as eleições, inúmeros representantes do governo, do judiciário e dos parlamentares eleitos foram atacados em suas casas, com suas famílias, por milicianos e renunciaram aos seus mandatos. Não por pressão política, mas por violência explícita.
Por Luís Fernando Vitagliano*
O ex-assessor Fabrício Queiroz demitiu a ex-mulher de um miliciano que trabalhava para Flávio Bolsonaro. Tudo para evitar uma vinculação entre o gabinete do filho do presidente e o criminoso, conforme revelam investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro, publicadas nesta quinta-feira (5) no site do jornal O Globo.
"Enquanto o país não tiver coragem de adotar a pena de morte, o crime de extermínio, no meu entender, será muito bem-vindo". (Jair Bolsonaro, 2003)
"Dez das vinte zonas eleitorais cariocas onde Flávio e Jair Bolsonaro foram mais votados englobam regiões demarcadas pelos mapeamentos do crime organizado feitos pela polícia do Rio como áreas de forte presença de grupos paramilitares".