O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) está formando uma lista de repórteres mulheres que já agrediu. No ano passado, o parlamentar chamou, ao vivo, a repórter Manuela Borges de “idiota” e “analfabeta”. No início desta semana, Bolsonaro voltou a atacar e assediou a jornalista Danúbia de Souza, da RIC TV, afiliada da TV Record em Blumenau (SC).
Um discurso do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT) inflamou o Plenário no início da madrugada desta quinta-feira (25), durante a votação do projeto que revê a política de desoneração da folha salarial, alterando benefícios concedidos a 56 setores. Houve tumulto e bate-boca entre o deputado e o líder do governo, José Guimarães (PT-CE).
O deputado federal Valdir Rossoni, ex-presidente da Assembleia Legislativa, foi afastado da presidência do PSDB do Paraná dez dias após chamar a professora Adriane Sobanski de “biscate” em uma discussão no Facebook.
Bolo de reis, espaguete com molho de tomate e manteiga, bacalhoada portuguesa, risoto de frango… Estas são algumas das receitas que aparecem na sessão “Dicas da Semana” do portal do PSDB Mulher. Entre resenhas de livros e filmes, as sugestões de pratos são maioria. As informações são do Blog Imprença.
Por Anna Beatriz Anjos, no Portal Fórum
Em janeiro de 2005, o então reitor da Universidade de Harvard, o economista Lawrence Summers, disse numa conferência que a reduzida participação das mulheres nas ciências e na matemática se explicaria por uma natural inaptidão feminina para tais campos do conhecimento. A declaração sem respaldo científico rendeu a Summers uma avalanche de críticas que culminaram com sua destituição do cargo de reitor de uma das mais prestigiadas universidades norte-americanas.
Os debates sobre a legalização e a regulamentação das drogas vêm ganhando cada vez mais força, sempre acompanhados de uma realidade incômoda: a “guerra contra as drogas” não tem surtido efeito.
Por Jarid Arraes*, no Portal Forum
Ao abrirem o menu de um restaurante em São Paulo, os clientes tiveram uma surpresa: todos os pratos e bebidas estavam 30% mais caros para os homens. A ação fez parte de uma campanha intitulada “The Unfair Menu” (Menu Injusto, em tradução livre para o português), que buscou chamar a atenção para a desigualdade nos salários de homens e mulheres.
Um dos principais representantes da "direita raivosa", Danilo Gentili começou uma campanha contra uma ação do governo federal chamada Humaniza Redes, que busca coibir violações de direitos humanos na web. O apresentador do SBT inclusive oferece um "prêmio" para incentivar os participantes. “Comprei um Playstation do meu bolso e vou sortear pra quem mais xingar as redes sociais que o governo criou para combater ‘o ódio’ na internet”, contou em entrevista ao portal iG.
Um clima de indignação tomou conta das redes sociais na última terça-feira (7). O motivo é o lançamento da música “Vou jogar na internet”, da dupla goiana Max e Mariano. No clipe, um casal termina a relação e a mulher segue em frente. Por vingança, o ex-namorado espalha na internet vídeos com cenas íntimas do casal, gravados sem consentimento dela, expondo a ideia de pornografia de vingança.
Por Laís Gouveia
Publicitárias denunciam abusos de que são vítimas no trabalho e afirmam: os anúncios que indignam as mulheres nascem da cultura interna das próprias agências.
Por Andrea Dip, da Agência Pública
Foi lançada uma nova peça publicitária da marca Always, que vende absorventes menstruais. Na campanha, acharam que seria uma boa ideia falar sobre vídeos íntimos que são publicados sem o consentimento das mulheres gravadas, mas resolveram abordar o tema criando um viral porco, utilizando a famosa Sabrina Sato como exibição sexualmente objetificada, apresentando um assunto extremamente difícil com trocadilhos ridículos e irresponsabilidade profunda.
Por Jarid Arraes*, no Portal Fórum
Ainda este ano, fiz uma avaliação do que seria a próxima composição do Congresso Nacional, eleito o mais conservador desde 1964, no texto "O Congresso, o Planalto, o ódio e junho de 2013" publicado no Portal Vermelho. Antes mesmo de sua posse, o novo Congresso já mostra sua cara: cada vez mais ódio, preconceito e machismo.
Por Igor Augusto*, especial para o Vermelho