Recentemente, uma onda vem tomando conta do país. Cansadas da opressão cotidiana, milhares de mulheres estão tomando coragem e se expressando em público, denunciando o papel secundário que foi imposto a elas, reflexo de uma sociedade historicamente machista e patriarcal.
Por Laís Gouveia
Alvo de ataques na Internet, a professora da Universidade Federal do Ceará (UFC) e blogueira Lola Aronovich, recebeu ameaças por sua defesa do feminismo. Em entrevista ao O povo Online, na última quarta-feira, 4, Lola conta já fez sete boletins de ocorrência e que nenhum gerou uma investigação. Na Polícia Federal, após recorrentes denúncias, ela foi informada que o órgão não apura este tipo de crime.
Os professores destacaram que o aluno não poderia negar, em seu texto, o problema da violência contra a mulher no Brasil, amplamente respaldado com dados.
Os professores destacaram que o aluno não poderia negar, em seu texto, o problema da violência contra a mulher no Brasil, amplamente respaldado com dados.
Os professores destacaram que o aluno não poderia negar, em seu texto, o problema da violência contra a mulher no Brasil, amplamente respaldado com dados.
Vaias e gritos de “machista!” silenciaram o cineasta Claudio Assis em 22 de setembro, durante o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. É o novo capítulo de uma polêmica que só cresce e começou quase um mês atrás, quando Anna Muylaert, diretora do filme Que horas ela volta?, escolha brasileira para a competição do Oscar, foi repetidas vezes interrompida por Claudio Assis e outro cineasta pernambucano, Lírio Ferreira, durante um debate em Recife.
Por Carolina Nogueira, na revista AzMina
Num momento em que a Câmara dos Deputados é chamada a apreciar a agenda de enfrentamento à crise e as CPIs de combate à corrupção, surge uma inusitada pauta. Anuncia-se que a mesa da casa vai apreciar uma Resolução estabelecendo como seus frequentadores devem se vestir, sob o princípio geral de “trajar-se convenientemente observando o decoro, o respeito e a austeridade do Poder Legislativo”.
Por Jô Moraes*
Por Olívia Santana*
Muita gente já cantou, sambou, ouviu: “Se essa mulher fosse minha eu tirava do samba já, já/ dava uma surra nela que ela gritava chega…” E “Te perdoo/ Por ergueres a mão/ Por bateres em mim…”. São expressões da cultura machista, que nos impõe a necessidade da reflexão: por que o amor tem que rimar com dor? Aliás, rimazinha ordinária.
“É fundamental entender a estreita relação entre os direitos efetivos da mulher e a ruptura dos estereótipos sociais. Nesse terreno, parece inegável o papel dos grandes meios de comunicação para configurar modas, clichês, orientar os hábitos de consumo e reforçar os modelos de conduta".
De “piranhazinha” para ofensas ainda mais graves. Essa é a situação que afirmam ter vivido duas alunas da Universidade Federal Fluminense durante uma discussão com um professor da instituição.
A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, pediu ao Ministério Público Federal (MPF), à Advocacia-Geral da União (AGU) e ao Ministério da Justiça uma investigação para descobrir e responsabilizar quem produz, divulga e comercializa adesivos para carros ofensivos à imagem da presidenta Dilma Rousseff.
Neste momento, circulam peles redes sociais imagens de montagens feitas com o rosto da presidenta Dilma Rousseff, em que ela aparece de pernas abertas. São colados adesivos com essa imagem na entrada no tanque de gasolina dos carros, que, quando abastecidos, passam a ideia de que a bomba de gasolina está penetrando sexualmente a figura falsa da presidenta.
Por Jarid Arraes*, na Revista Fórum