O livro narra, através de “um longo poema”, uma comovente história de um dos episódios mais marcantes da luta contra a ditatura militar que brutalmente assassinou guerrilheiros e guerrilheiras do Araguaia.
Foram 24 anos de vida onde não caberia uma obra eterna, em qualquer pessoa no mundo. Ele, que tantas vezes foi chamado de “o poeta dos escravos”, em equívoco e preconceito insultuosos, é, pelo contrário, o poeta dos homens livres.
Nascido Francisco Buarque de Hollanda, em 19 de junho de 1944, o quarto filho do sociólogo e historiador, Sérgio Buarque, e da pianista e pintora, Maria Amélia, desde pequeno colecionava recortes de seus artistas favoritos.
Aluísio de Azevedo e Machado de Assis foram contemporâneos, dividiram o mesmo público-leitor, mas entre ambos imperou o silêncio quanto à produção de suas respectivas obras.
Edição 2023 homenageia Machado de Assis, Lima Barreto e Mãe Beata de Iemanjá; também haverá debate com Gilberto Gil e show com Leci Brandão
Autor moçambicano mais traduzido da história da África inaugura série internacional dedicada a autores lusófonos. Evento começa às 17h30 desta quarta (12).
Escrever sob a perspectiva social, para imitá-la ou negá-la, é um método de que se vale o escritor para aproximar a Literatura da realidade circundante.
Quando nossos olhos encontram, além de pedras, outros olhos em seu caminho, eis um momento único, pois é chegada a hora de nos despir das máscaras que usamos para nos proteger da sociedade.
Ser mulher é travar diariamente uma luta contra o esquecimento, contra o apagamento e contra o silenciamento. Conquistar espaço e voz é uma batalha árdua que enfrentamos, mesmo quando todos os sinais apontam para a nossa derrota.
Em cada mesquita, a fé, em cada casa, um lume e, em cada lume, uma voz resgatada dos primórdios do tempo, o som de quando a luz se separou das trevas e no barro bruto foi soprado o Espírito.
A escrita de si é para o sujeito moderno um exercício de mostrar-se, presentificar-se e de arquivar-se para não esquecer e não ser esquecido. Foi o recurso usado por Carolina Maria de Jesus
Alexandria se caracterizava como lugar de aceitação, tanto religiosa, quanto cultural, e também como centro intelectual de sua época para onde convergiam pensadores e pesquisadores de inúmeras culturas e, por isso, era constantemente visitada por pessoas do mundo inteiro.