Que os Estados Unidos têm uma trajetória extensa de ingerências na América Latina não é novidade. O que talvez ainda soe como uma novidade para alguns é que, mesmo com o fim da Guerra Fria, os EUA ainda exercem tal prática na América Latina.
Um grupo de 23 parlamentares democratas aguarda resposta do procurador-geral Merrick Garland para saber como a principal potência mundial se intrometeu na questão interna brasileira
Pesquisa de Pedro Fernandes apresentada em dezembro analisou a estratégia do governo americano para resolver problemas de concorrência internacional de empresas americanas e brasileiras usando práticas de combate à corrupção em conluio com Sérgio Moro e o Ministério Público.
“Como dissemos desde a primeira manifestação escrita, em 2016, Sergio Moro usou o cargo de juiz para praticar lawfare [perseguição judicial] e promover uma verdadeira cruzada contra o ex-presidente Lula”, diz a defesa de Lula.
Observadora na eleição equatoriana, a gaúcha se emocionou com o avanço social do correísmo, mesmo diante do intenso lawfare contra lideranças como o próprio Rafael Correia, exilado na Bélgica.
Há cinco fatos jurídicos considerados positivos, além de mudanças no cenário que afetaram o humor daqueles que defendem a anulação dos processos do ex-presidente
Com base em provas, depoimentos de juristas, trechos de entrevistas e autos do processo, o documentário coloca em perspectiva as ações que provam a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro
Que o Brasil sirva de alerta para toda a América Latina do quão pernicioso pode ser o poder judiciário”
A parcialidade do juiz Sérgio Moro é uma das mais gritantes evidências da atualidade, crescentemente reconhecida pelo mundo jurídico nacional e internacional.
O juiz que perseguiu e aprisionou Lula foi convidado a falar sobre a “luta contra a corrupção” na Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires (UBA)
Direitos políticos do ex-mandatário foram suspensos por 25 anos; Correa e lideranças da esquerda denunciam perseguição judicial.
Encontro entre o ex-presidente brasileiro e o pontífice católico foi intermediado pelo atual presidente argentino, Alberto Fernandéz