Em entrevista exclusiva, sociólogo analisa perfis dos candidatos, identifica erros das esquerdas e projeta um cenário futuro “encorajador”
Em missão oficial, Eduardo Bolsonaro, Marcel Van Hattem e Rodrigo Valadares fizeram campanha para o candidato da extrema direita à presidência da Argentina, Javier Milei
Milei negou que o Estado tenha o papel de indutor do desenvolvimento e defendeu a privatização dos setores estratégicos
Massa, inquestionavelmente, venceu o debate e tende a conquistar mais votos de indecisos, fundamentais numa eleição deveras disputada
De olho nos indecisos, debate presidencial argentino envolve polêmicas e a influência inesperada de fãs de Taylor Swift e BTS, prometendo redefinir o panorama político
Novo manifesto de economistas estrangeiros se alia aos 600 argentinos que apontam riscos da dolarização, da redução dos gastos e da privatização
Antigo ataque do postulante à presidência gerou críticas por uma postura contra o país. Milei também se desgastou ao receber apoio de políticos que tanto atacou
Candidato peronista lidera a disputa com 42%. Seu rival ultradireitista tem 34%. Há também 18% de indecisos – índice considerado muito elevado –, além de 6% que dizem não votar em nenhum dos presidenciáveis.
Primeira pesquisa para o segundo turno indica que os dois presidenciáveis estão empatados: Milei aparece com 41,6%, e Massa, com 40,4%.
Único instituto a acertar a vitória de Massa, a Atlas Intel ainda afirmou que a pauta conservadora de costumes não capitaliza votos no país
Com desempenho pior do que nas primárias, em agosto, Milei faz o primeiro discurso voltado para o ódio ao kirchnerismo e tenta aglutinar os aliados de Macri no segundo turno
Fim da campanha unificou esquerda em torno do candidato. Mas a direita se mostrou fragmentada nesta reta final, colocando em risco a vaga de Milei no segundo turno.