Economistas consultados pelo Vermelho ressaltam a sazonalidade dos aumentos e a necessidade de respostas alternativas ao problema, em vez da simples contenção do consumo
O resultado do IPCA-15 de setembro representa uma desaceleração em relação ao mês anterior, quando o índice ficou em 0,19%, e veio bem abaixo das expectativas de mercado
Segundo o IPCA-15, preços da alimentação no domicílio desaceleraram, enquanto fora do domicílio tiveram elevação mais forte
Este é o menor valor do índice medido pelo IBGE, para o mês de abril desde 2020. Registro mostra que no acumulado de 12 meses a variação está em 3,77%
Redução desse grupo foi de, em média, de 2,4%, segundo INPC. O índice total, que ficou em 3,1%, também é o menor em cinco anos. O feijão carioca caiu 24% e a picanha, 13%
Prévia da inflação sobe 0,33% em novembro, com alta no preço de alimentos. Índice acumulou 4,84% na janela de 12 meses. Já no ano de 2023, o acúmulo é de 4,30%.
De acordo com o IBGE, desde 2017 não havia uma sequência tão grande de taxas negativas nessa categoria. Na comparação com setembro, IPCA-15 teve um recuo de 0,14 p.p.
Em 12 meses, a taxa acumulada é de 3,40%; Dados do IPCA-15 mostram que resultado é motivado pelo aumento nos preços de taxas de água e esgoto
Com os resultados, o IPCA-15 acumulou 4,16% na janela de 12 meses. É a primeira vez em que o indicador fica abaixo de 5% desde fevereiro de 2021.
Preços de alimentos e bebidas subiram 11,59% nos últimos 12 meses, aponta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15)
Custando mais de R$ 4, até mesmo o cafezinho da padaria deixou de ser acessível ao bolso dos mais pobres.
O IPCA 15, divulgado dia 24/6, indica forte aceleração da inflação. O índice ainda não captou o último reajuste dos combustíveis. Bolsonaro enxuga gelo e não consegue frear a inflação.