O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está promovendo ajustes em suas taxas e níveis de participação em linhas de financiamento, com o objetivo de melhorar as condições de apoio a projetos de infraestrutura, incluindo os da segunda fase do Programa de Investimentos em Logística (PIL).
Só em 2015, o governo federal aplicou R$ 251,7 bilhões no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2015-2018, em parceria com estados, municípios e o setor privado. O valor equivale a 24,2% do total que deverá ser investido até 2018, estimado em R$ 1,04 trilhão.
A movimentação de cargas no Porto do Itaqui, em São Luiz do Maranhão, cresceu 21% em 2015, atingindo recorde histórico de 21,8 milhões de toneladas. O resultado é fruto de revisão de processos administrativos e operacionais, padronização e melhoria de equipamentos para carga e descarga de granéis sólidos e entrada em operação do Terminal de Grãos do MaranhãoEm busca de resultados ainda melhores, o governador do Estado, Flávio Dino, anunciou um investimento de R$ 1,35 bilhão até 2017.
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou ajustes no Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 (PGN 2015-2019), informou hoje (12) a estatal por meio de nota. Com a revisão, a Petrobras prevê investimentos de US$ 98,4 bilhões no período, uma redução de US$ 32 bilhões em relação ao valor inicial (US$ 130,3 bilhões) – o que representa uma queda de aproximadamente 25%.
Em cerimônia no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Marco Legal da Ciência e Tecnologia. O objetivo da nova lei (PLC 77/2015) é ajudar a reduzir a burocracia na captação de investimentos do setor científico e simplificar o processo de contratação e de financiamento de pesquisa científica entre institutos de pesquisa e empresas privadas. A legislação foi aprovada pelo plenário do Senado Federal no dia 9 de dezembro.
Ao contrário do que dizem os críticos da política econômica posta em prática pelo governo, há vozes que defendem o aumento do gasto público como solução imediata para fazer a economia brasileira voltar a crescer.
Enquanto os parlamentares da oposição ficam papagueando o fim do mundo diante da crise que o país enfrenta, a realidade vai dando conta de revelar as contradições do discurso do “quanto pior melhor”. Segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, comandada pelo vice-governador Márcio França (PSB), braço direito do tucano Geraldo Alckmin, “apesar da retração da economia brasileira”, os investimentos de grandes empresas aumentaram.
O Brasil encerrará 2015 com cerca de US$ 65 bilhões provenientes do mercado estrangeiro na economia, mantendo-se no grupo dos 10 países que mais recebem investimentos produtivos. É o que mostram as projeções feitas pelo Banco Central e isso graças ao tamanho e potencial do mercado interno do País.
Na economia globalizada, sob o império do capitalismo monopolizado e o reino do sistema financeiro, condicionada por acordos tarifários e comerciais e o protecionismo imposto pelos grandes mercados consumidores, além da guerra entre blocos, a indústria nacional precisa de estratégia, desenvolvimento de produto, logística e gestão da produção –além de tecnologia de fabricação.
Por Roberto Amaral*, em seu blog
A presidenta Dilma Rousseff fez o anúncio do Programa de Investimento em Energia Elétrica, no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (11). O pacote de medidas que soma investimentos em torno de R$ 186 bilhões, tem o objetivo de dar celeridade aos projetos de ampliação de geração e de transmissão de energia no país. Do total, R$116 bilhões serão investidos em obras de geração e R$ 70 bilhões em linhas de transmissão.
O Brasil está entre os três países mais atraentes para receber investimentos, segundo levantamento feito pela consultoria internacional KPMG. De acordo com a pesquisa, feita com 300 executivos de multinacionais americanas, europeias e asiáticas, o país fica atrás apenas da China e da Índia.
Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese, em sua coluna na Rádio Brasil Atual, fala sobre a General Motors que surpreendeu ao anunciar investimento de R$ 13 bilhões em duas fábricas no Brasil. A empresa aposta na retomada da economia e no crescimento das vendas, aqui e também em outros países emergentes.