Ministro Rui Costa destaca papel do investimento público no crescimento do PIB em 2024, percebido, segundo o IBGE, pelos setores de serviços (4,1%) e indústria (3,6%)
A nota “Cortes defendidos pelo mercado financeiro trarão menos crescimento e mais desigualdade”, defende uma agenda que priorize o investimento público e os direitos sociais como pilares para o desenvolvimento.
Pela proposta da equipe econômica, serão destinados R$ 25,7 bilhões a investimentos públicos no próximo ano, ou mero 0,27% do PIB
“Até agora não houve uma única iniciativa, nem mesmo propostas, de políticas públicas para garantir uma recuperação sustentada”, afirmou André Lara Resende ao jornal Estado de S.Paulo.
“A crença do governo de que o pior já passou e que o mercado deve puxar a recuperação é preocupante e de risco elevado”, diz boletim.
Organismo internacional argumenta que investimento privado está em baixa devido a incertezas e que governos devem tomar a dianteira.
Caso seja aprovado como foi proposto pelo governo, o orçamento federal de 2021 vai promover um corte de investimentos generalizado de diversas áreas importantes
No Brasil de hoje, o governo investe tão pouco que simplesmente garantir manutenção da infraestrutura existente daria resultado rápido e positivo na economia.
Na verdade, o coronavírus é um álibi convincente para muitos de que a política econômica não tem poder de reverter a recessão, a menos que os governadores e prefeitos aceitem relaxar as medidas de isolamento social.
Segundo Fernando de Aquino, coordenador da Comissão de Política Econômica do Cofecon, reaquecer economia exigirá elevado investimento em infraestrutura, tecnologia e inovação.
Uma das propostas é que o país aja na área de investimento público, sobretudo em infraestrutura. O investimento em infraestrutura movimenta muitos setores, como o da construção civil, grande geradora de empregos.
A presidenta nacional do PCdoB e vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos, usou as redes sociais nesta segunda-feira (9) para alertar que a falta de reação da equipe econômica de Bolsonaro pode levar o Brasil ao colapso.