Mais da metade dos contribuintes ainda não enviaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2011 à Receita Federal. Até as 8h50 desta quarta-feira (20), 11,540 milhões de documentos foram recebidos. O número representa 48% dos 24 milhões estimados este ano pelo supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir.
O pagamento de impostos sempre foi um tema tenso entre governos, empresários e trabalhadores. Para debater esta questão é que a equipe do Vermelho produziu este quarto vídeo da série Reformas Democráticas. Nele você vai saber quem paga mais impostos no país e como é possível fazer uma reforma tributária que garanta mais desenvolvimento e igualdade social. Com seis partes, a série aborda as mudanças estruturais necessárias para que o país continue avançando.
A presidente Dilma Rousseff assinou, na noite desta sexta-feira (25), Medida Provisória que reajusta em 4,5% a tabela do Imposto de Renda. A MP será publicada na edição da próxima segunda-feira (28) do Diário Oficial da União.
Segundo maior partido na Câmara dos Deputados e primeiro no Senado, o PMDB ficou surpreso com as declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que para corrigir a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) em 4,5% o governo terá que aumentar algum tributo ou fazer novos cortes nas despesas.
A Receita Federal calcula que mais de 700 mil empregados e empregadas domésticas tenham saído da informalidade, entre 2006 e 2010, com a regra que permitiu o abatimento da contribuição previdenciária no Imposto de Renda dos patrões.
A presidente Dilma Rousseff determinou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que prepare o texto da Medida Provisória (MP) estabelecendo reajuste de 4,5% para a tabela do Imposto de Renda (IR). A informação é do ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, em entrevista coletiva, nesta quinta-feira (24/2), no Palácio do Planalto. Luiz Sérgio explicou que o índice que vai majorar a tabela é fruto de entendimento com as centrais sindicais.
O senador Inácio Arruda (PCdoB) apresentou Projeto de Lei do Senado propondo o reajuste dos valores da tabela de desconto mensal do imposto de renda na fonte e de outros valores de limites e de deduções por um percentual de 5,91%, equivalente à variação do IPCA de 2010.
Reajustar as faixas de renda, para efeito de cobrança da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda, em benefício do cidadão. Com esse objetivo, o deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE) acaba de apresentar um projeto de Lei, estabelecendo percentual de 5,91% para essa correção, equivalente à variação do IPCA de 2010. A meta é assegurar um reajuste real das faixas de cobrança do Imposto de Renda, evitando prejuízo para o contribuinte.
O deputado federal Assis Melo (PCdoB-RS) tomou duas iniciativas importantes nesta quinta-feira: protocolou projeto para correção da tabela do Imposto de Renda (IR) e encaminhou requerimento ao ministro da Educação, Fernando Hadadd, para reforçar pedido de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) para a Serra gaúcha.
Visando emplacar a proposta de R$ 545 para o salário mínimo, o governo já admite corrigir a tabela do imposto de renda em 4,5%. Seria uma forma de buscar neutralizar a possibilidade de um salário maior que, segundo o governo, impactaria demais nas contas da União. Assim, os cofres arrecadariam menos com o IR, mas teriam também menos despesa com o mínimo. A proposta de “dar com uma mão e tirar com a outra” não tem respaldo das centrais sindicais e mesmo de partidos e deputados da base.
A discussão sobre o novo valor da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IR) ganhou força semana passada com a primeira reunião entre o governo e as centrais sindicais para negociar o reajuste do salário mínimo e uma correção na tabela do IR. Não houve acordo e uma nova reunião foi marcada para a próxima quarta-feira (2).
O aumento do salário mínimo e a correção da tabela do Imposto de Renda estão na pauta de discussões desta semana. Representantes de seis centrais sindicais se reúnem quarta-feira (26) com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, em busca de um acordo para que o mínimo fique acima dos R$ 545 propostos pelo governo.