Como todos os anos, devemos aproveitar a ocasião das datas de 6 e 9 de agosto para honrar as vítimas dos bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki pelos Estados Unidos, em 1945, e reforçar a nossa luta determinada contra as armas nucleares, armas de destruição em massa cujo uso foi então inaugurado pela potência imperialista
O presidente ucraniano está mexendo em cargos de alta confiança de seu governo, que, supostamente, estariam colaborando com a Rússia.
Após anunciar que “adoraria visitar a Ucrânia”, mas não agora, Biden vai hoje a estado de maioria republicana, onde investe pesado em armas para a guerra.
Por enquanto, por mais chocante possa ser para um “democrata” ocidental, parte das minorias étnicas torce pela vitória dos russos. Mas isso se torna compreensível se levarmos em conta que até na URSS de Stálin elas gozavam de mais direitos do que na “democracia” de Zelensky.
Usando de estratégias retóricas bem sucedidas, o ucraniano sai da liderança omissa antes da guerra, para um personagem heróico, fomentado pelas redes sociais ocidentais contra a Rússia.
Para Hector Saint Pierre, coordenador do Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais da Unesp, guerra na Ucrânia é resultado de uma disputa mais ampla entre EUA e China e Rússia pela hegemonia internacional. Rússia estaria seguindo doutrina militar que privilegia cercos, e não destruição total, para minimizar baixas civis.
Os preços das ações das principais empresas militares e industriais dos EUA aumentaram acentuadamente recentemente
Os meios hegemônicos de comunicação deformam a informação, censurando a liberdade de imprensa que dizem defender
O presidente russo diz que o Ocidente pretende prejudicar a economia russa, mas insiste que pode resistir às sanções.
Já na 2a. Guerra Mundial, europeus eram beneficiados com pedidos de asilo, enquanto outros são discriminados, até hoje, pela religião, idade ou condição econômica.
Para Simão Silber, disparada nos preços de commodities é consequência das sanções à Rússia e atingem o frete de produtos e a agroindústria.
Os combates a noroeste de Kiev continuam enquanto as cidades de Kharkiv, Chernihiv, Sumy e Mariupol são cercadas por tropas russas.