A Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE) fizeram acordo para cobrar de forma conjunta que a Sabesp apresente até o final deste mês um planejamento para enfrentar a crise hídrica.
Os professores da rede estadual de São Paulo decidiram em assembleia manter a greve que completou 15 dias. Em ato público, que não foi noticiado pela mídia burguesa, 60 mil professores participaram de marcha e protestaram em frente à Secretaria Estadual de Educação.
Em pronunciamento, parlamentar comunista Eduardo Barreto, vereador pelo PCdoB de Guarulhos, faz dura críticas aos governo Geraldo Alckmin e cobra explicações sobre atraso nas obras do Metrô. Eduardo Barreto presidente a a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Câmara.
O vice-presidente da República, Michel Temer, recebeu na manhã desta terça-feira (17), os líderes de partidos da base aliada do governo e ministros para debater as propostas de ajuste fiscal e adiantar alguns pontos das medidas anticorrupção que serão anunciadas em breve pelo Palácio do Planalto.
Sem fatos claros, o que justifica o fim do governo? Sua impopularidade? Ou o número de panelas batendo depois do discurso oficial em rádio e TV? A oposição joga para mobilizar manifestações contra uma suposta paralisia ou incompetência do governo.
Por Luís Fernando Vitagliano*, publicado no Brasil Debate
Por que será que a chamada grande mídia (Globo, Folha, Estadão, entre outras) utiliza dois pesos e duas medidas em suas abordagens dos fatos jornalísticos em curso? Por exemplo: Nas assim chamadas crise hídrica e “crise elétrica”.
Por Eduardo Navarro*, no Portal da CTB
O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) decretou a redução do ICMS sobre galões de 10 e 20 litros de água. Dessa maneira, o recurso entra no rol de produtos que compõem a cesta básica. O Idec (instituto de defesa do consumidor) condenou a medida e alertou para a privatização da água em meio à crise hídrica.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que a Sabesp está avaliando e monitorando permanentemente a situação hídrica do estado e que não há, até o momento, nenhuma decisão acertada sobre a possibilidade de rodízio para economizar água. Alckmin foi recebido, nesta sexta (30), pela presidenta Dilma Rousseff para detalhar as medidas de enfrentamento à crise hídrica.
Está no Tribunal Regional Federal da 3ª Região a mais contundente acusação ao governo Geraldo Alckmin pelo descaso com que conduziu a questão da água de São Paulo. Trata-se da Ação Civil Pública Ambiental, com pedido de tutela antecipada (isto é, de permitir decisões antes do julgamento final) proposta pelo Ministério Público Federal de São Paulo e pelo Ministério Público Estadual.
Por Luis Nassif*, no Jornal GGN
A água em São Paulo acabou, não é crise, pior que isso é uma calamidade. Na terça-feira (27), o diretor metropolitano da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), Paulo Massato, avisou que se a chuva não cair como esperado, o rodízio será aplicado e terá de ser de dois dias com água e cinco dias sem.
Leia mais: SP: Prefeitos cobram de Alckmin informação e plano sobre crise hídrica
Nas manchetes abaixo temos notícias boas e ruins. Mas, diferente do que está escrito, “o mal é bom e o bem cruel”.
Por Sérgio Saraiva*, no Jornal GGN
Em 2009, o governador José Serra foi alertado para os problemas hídricos que ocorreriam em 2015, caso o estado não enfrentasse o problema da água. Trabalho encomendado pela Secretaria de Meio Ambiente ao Instituto Sagres ouviu 200 especialistas visando traçar os cenários ambientais para 2020. Nele, é prevista a crise de 2015, se nada fosse feito.
Luis Nassif*, no Jornal GGN