Artista critica o fato de a história dos negros não fazer parte das grades curriculares
Gilberto Gil ainda destacou a importância simbólica de Olívia ser a primeira prefeita negra da cidade mais negra do Brasil.
Depois de cinco meses de confinamento em Salvador, Bahia, quando, além de dever apresentar-se diariamente à autoridade militar, não podiam aparecer nem dar declarações em público, Caetano e Gil partem para o exílio em Londres, Inglaterra.
Projeto na Câmara quer cortar remuneração de artistas sem ouvi-los
“Pois que Porto Alegre seja, novamente, um farol da esperança democrática para todo o país. Para isso, nós, democratas não só de Porto Alegre, mas de todo o Brasil, estamos com Manuela”, diz o manifesto assinado Porto Alegre da Esperança.
Esta entrevista foi feita a duras penas com o então ministro da Cultura, Gilberto Gil, em fevereiro de 2007, mas merece ser relida também por revelar os ossos do ofício, e o périplo que é gravar em alguns minutos as opiniões de um superstar-ministro.
“O Brasil se fez com os cantos e os atabaques dos negros trazidos como escravos. Getúlio Vargas governou o Brasil através da Rádio Nacional. Tudo aqui é música, é poesia”
Aos 77 anos, confinado em Petrópolis, Gil vê a pandemia entre a angústia da tragédia e a esperança de que tanta solidariedade praticada pelas redes sociais ajude a refundar as relações. E cita Caetano: “É preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte.”
Uma noite de muitas emoções nesta quarta-feira (06) deu a largada da bienal das bienais, a 11ª Bienal da UNE – Festival dos Estudantes, em Salvador (BA). Estudantes secundaristas, universitários e pós-graduandos do país inteiro lotam o Teatro Castro Alves, da Universidade Federal da Bahia para ouvir o homenageado Gilberto Gil.
Por Cristiane Tada, da UNE
O Rei do Baião teve seu auge de popularidade ao longo das décadas de 40 e 50. Gonzagão entrou nos 1960’s com um tipo de fama mais concentrada no Nordeste e em alguns bairros nordestinos de São Paulo e Rio de Janeiro. A imprensa, que antes o reverenciava, simplesmente deixou de citá-lo e de entrevistá-lo – por conseguinte, a classe média também se esqueceu do cantador.
Por Fernando Damasceno*
O humorista e apresentador Gregorio Duvivier compartilhou em seu perfil no Instagram e Twitter uma foto do candidato à presidência Fernando Haddad, com as legendas “Onde pega material de campanha” e “Desde criancinha”.