A esquerda bem informada
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Tag: futebol feminino

Lu Castro: Futebol feminino baiano: Presente!

A Bahia é um grande celeiro de craques do futebol feminino, entre elas, a maior de todas: Formiga. Pouca gente sabe, mas uma das equipes femininas com mais participação na Copa do Brasil, também é baiana: São Francisco do Conde.

Lu Castro: Formiga, não saberemos lidar com sua ausência

Por minha cabeça não passava não escutar teu nome na próxima escalação. E eu vou lhe chamar, pretinha, enquanto a bola rolar. Perdoem esta tentativa fuleira de adaptar Novos Baianos, mas não vejo outra trilha encaixada no que tem a pretensão de ser o texto de homenagem a maior e mais longeva atleta do futebol brasileiro.

Por Lu Castro*

Close errado do jornalismo esportivo ao tratar do futebol feminino

Em mais um jogo válido pelo Torneio Internacional de Manaus, a seleção brasileira sob a batuta da técnica Emily Lima, venceu a seleção russa com propriedade pelo placar de 4 a 0. A vitória garantiu a seleção na final do torneio e ratificou a mudança de postura da seleção, que coletivamente, construiu o resultado e demonstrou trabalhar com uma gama considerável de jogadas.

Por Lu Castro*

A boa estreia de Emily Lima ou um bom jogo como ponto de equilíbrio

No pique “morde-assopra”, os dias dos brasileiros seguem na trilha da música “Equilíbrio” na voz e na alma sublime de Ná Ozzetti. E a tomo como link deste texto em razão da montanha russa de emoções que vivemos há alguns meses.

Por Lu Castro*

Lu Castro: Para que o Japão deixe de ser uma triste lembrança

Na manhã desta quinta-feira (24), a seleção brasileira Sub20 foi eliminada do Mundial da Papua Nova Guiné em jogo contra a seleção japonesa pelo placar de 3 a 1.

Por Lu Castro*

Futebol das minas não é espaço de caridade para gestores incompetentes

No início deste mês de novembro, a CBF anunciou a mudança no formato do Brasileirão Feminino com adaptação das sugestões formuladas pelo Grupo de Trabalho do Comitê de Reformas.

Por Lu Castro*

Eles passaram e Emily Lima agora é a mulher da seleção feminina

Receio que o texto desta quinzena saia um pouco da característica sintética que busco imprimir na minha escrita. A razão é bem simples: a terça-feira, 1 de novembro de 2016, foi marcada por uma movimentação diferente no universo do futebol feminino. Para explicar, é preciso retomar um pouco da história nos últimos meses, antes dos Jogos Olímpicos do Rio, mais especificamente.

Guadalupe Carniel: Ni una menos

Na semana em que não apenas a Praça de Maio foi tomada por mulheres argentinas, assim como outras cidades após o crime brutal contra a adolescente Lucía Perez, outra cena nos choca também, mas dentro de campo: a agressão a uma bandeirinha na Argentina.

Por Guadalupe Carniel*

Lu Castro: O chutão como padrão

Nesta sexta-feira (21), o Mundial Feminino Sub17 chega ao fim. As seleções do Japão e Coreia Popular farão a final no Estádio Internacional de Amman a partir das 15 horas com transmissão do Sportv 2 e Band.

Por Lu Castro*

Lu Castro: O Branco x Preto perverso no futebol feminino brasileiro

O futebol feminino é um lugar de exclusão por natureza. É um lugar de exercício de poder masculino por natureza. O espaço do futebol das mulheres, é, predominantemente comandado por homens e com aplicação de conceitos machistas, como a necessidade de boa aparência das atletas. Podemos citar o Paulistânia, como um dos exemplos máximos de escolha por padrão estético.

Por Lu Castro*

Lu Castro: A Matrix é aqui: Não é o que vocês estão vendo!

Não é golpe. Não há arbitrariedade na ação da PM de Alckmin. Não tem clubismo na seleção. Esta combinação de palavras nas pequenas frases diluídas no dia-a-dia, me obrigam a propor o seguinte exercício de cinismo: Me expliquem, como se eu tivesse, sei lá, uns 4 anos de idade, onde não é golpe, onde não houve arbitrariedade e onde não tem clubismo na seleção.

Por Lu Castro*

Lu Castro: Rebobine – Ressaca, Festa e Futebol

Tentarei discorrer sobre a participação da seleção feminina de futebol nos Jogos Olímpicos de uma maneira diferente da costumeira. Digamos que este roteiro está de trás para frente e a trilha é “Samba, suor e cerveja”, de Caetano Veloso.

Por Lu Castro*

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