O Brasil real que precisamos defender é o Brasil livre das pautas antidemocráticas e antipopulares de Bolsonaro
Segundo William Waack, “as elites militares estão divididas” – mas é crescente o número de “oficiais superiores descontentes” com Bolsonaro e “seu comportamento desequilibrado”
Para ex-ministro, “comandantes militares não vão agravar a situação entrando em uma polêmica com o presidente da República”
Em nota, entidade se diz favorável ao “Fora, Bolsonaro”
Bolsonaro recorre às Forças Armadas para dar uma demonstração de força no momento mais difícil do seu governo
Em entrevista à Carta Capital, a deputada Perpétua Almeida comenta o amplo apoio no Congresso à PEC que limita a participação de militares da ativa no governo
“Se, por um lado, não existe Estado forte sem Forças Armadas confiáveis e conscientes de seu papel, o que temos visto nos últimos tempos é o irrefreável derretimento da imagem da corporação militar cada vez mais identificada com um partido militar, caracterizado por escândalo de corrupção”
“A história afirma que o Brasil precisa contar com suas Forças Armadas em todos os momentos da construção nacional, pelo que devem ser profissionais para servir a todos os governos, enquanto altivas e isentas para não se renderem ao partidarismo de nenhum deles”
Perpétua Almeida apresenta Proposta de Emenda à Constituição para impedir que militares da ativa ocupem cargos civis no Executivo
A memória dos mortos pela Covid-19 exige justiça de nós que estamos vivos e dos Poderes da República por centenas de milhares de vidas que foram ceifadas pela conduta negligente e criminosa do presidente Bolsonaro.
Ontem, durante os trabalhos da CPI, Omar Aziz disse que “fazia muitos anos” que o Brasil não via “membros do lado podre das Forças Armadas envolvidos com falcatruas”. Ministério da Defesa reagiu e chamou senador de “leviano”.
Ao criticar a participação de militares em “falcatruas”, o presidente da CPI diz que fez uma fala pontual e não se referiu de forma generalizada. Disse que não vão intimidá-lo e cobrou do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), uma posição mais firme diante da manifestação