Deputado federal possui 7,9 milhões de seguidores no Facebook; alvo da campanha são beneficiários do Auxílio Brasil
Pressão continua para que moderação das plataformas também controle a publicação de mentiras atacando candidatos
Investigação conduzida pela organização internacional mostra que o Facebook não segue regras de proteger a integridade eleitoral no Brasil
Facebook apontou rede de perfis falsos que espalhava fake news sobre questões ambientais. Relator do PL de Combate às Fake News, Orlando Silva solicita informações ao Ministério da Defesa
As revelações da denunciante Frances Haugen, primeiro detalhadas em uma série investigativa do Wall Street Journal e depois apresentadas em depoimentos no Congresso, mostram que a empresa estava ciente dos danos que estava causando.
Segundo Pablo Ortellado, dois fatores são importantes para os negócios da empresa: tempo na plataforma e interações — estes que, no período das eleições, têm maior pico
Os adolescentes lutam com a autoestima, e não parece rebuscado sugerir que navegar no Instagram poderia piorar isso. Da mesma forma, é difícil imaginar tantas pessoas se recusando a se vacinar, tornando-se hiperpartidárias ou sucumbindo a teorias da conspiração nos dias anteriores à mídia social.
Mark Zuckerberg admite uma ”profunda admiração” pelo imperador romano Augusto, o que não é reconfortante em relação às suas intenções no controle do manete de um monstro cujas recentes revelações mostraram uma toxicidade absoluta. (*)
Novos vazamentos mostram que a empresa não desconhece os efeitos tóxicos de seu modelo de negócios para os usuários. Apesar das promessas de neutralizá-los, a corporação de Mark Zuckerberg não muda de rumo porque implicaria na redução dos lucros extraordinários que aumenta ano após ano. O que você está procurando com sua nova estratégia.
Sistema identifica automaticamente usuários em fotos e vídeos. Segundo a empresa, a decisão levou em conta crescentes preocupações sobre o uso desse tipo de tecnologia.
O estudo Aproveitadores da Pandemia sugere que o Facebook poderia resolver 70% do problema da desinformação médica excluindo apenas uma dúzia de contas de celebridades negacionistas e seus disseminadores. Mas a plataforma continua negando informação par análise independente sobre a dimensão de seu suposto combate à desinformação.
De acordo com porta-voz da companhia, o motivo para a exclusão foram as políticas da empresa relacionadas à vacina da Covid-19