“Uma vez que esses líderes baseiam sua popularidade em uma rejeição ao establishment, é mais difícil manter sua popularidade quando estão no poder”, explica o pensador
Aos poucos, o desgoverno de Jair Bolsonaro vai se desmoralizando e ruma para a debacle. O “capetão” caminha para o inferno
Gabriel Boric é eleito presidente do Chile, apesar de ficar em segundo no primeiro turno, em eleição polarizada com extrema-direita.
As três principais pesquisas mostram Boric como favorito, com uma maior ou menor distância em relação a Kast
Marcado por traumas históricos, a violência política e a Ditadura Pinochet, o pleito é o primeiro com lideranças de setores considerados mais extremos e sem o protagonismo de Michelle Bachelet e/ou Sebastián Piñera
O evento criado por Bolsonaro para justificar seu passeio pela Itália é um festival de contradições e expedicionários e partigiani se revirando em seus túmulos.
Evento acontece nos dias 4, 18, 23 e 25 de novembro, sempre às 18 horas, com transmissão pela internet
A consciência democrática e de esquerda na Europa encara esse ambiente político como uma ameaça séria à democracia e à ordem social.
Enquanto os discursos de Jean-Marie Le Pen pareceram eminentemente transgressivos e tiveram um papel polêmico, os de Eric Zemmour parecem muito mais “compreensíveis”, do ponto de vista da justiça e também do ponto de vista da opinião pública. As marteladas de uma maioria que “pensa como” parece estar ganhando terreno
As diferenças ideológicas entre os diversos perfis de direita na França são irrelevantes em sua liberalidade e austeridade, mas tentam se afirmar assumindo pautas rejeitadas anteriormente como meio ambiente e enfatizando o personalismo de seus líderes.
Por trás das diferenças aparentes, as correntes se encontram. Partiram da reação oligárquica ao comunismo e à social-democracia
Presidente tentou esconder o encontro – que não foi divulgado em suas redes sociais, nem teve registro na agenda oficial