O chefe da equipe de advocacia do WikiLeaks, Baltasar Garzón, afirmou em entrevista à Sputnik que considera indispensável que sejam investigados os fluxos financeiros e de armamentos para o Estado Islâmico, o que, segundo ele, não foi feito até o momento.
A Alemanha apoia a criação de uma ampla aliança que inclua a Rússia para combater o terrorismo internacional no Oriente Médio, segundo disse o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, nesta quarta-feira (25).
O abate de um avião militar russo sobre a Síria levanta questões interessantes. Parece improvável que o governo turco iria cometer um ato de guerra contra um poderoso vizinho, a menos que Washington tivesse autorizado o ataque. O governo da Turquia não é muito competente, mas até mesmo o mais incompetente sabe que é melhor não colocar-se em posição de enfrentar a Rússia sozinho.
Um dos vice-presidentes do influente partido de curdos da Síria, União Democrática (PYD), Salih Müslim, comentou à Sputnik a situação na região, que piorou muito depois do abate do bombardeiro Su-24 russo por caças turcos perto da fronteira turco-síria.
O piloto do Su-24 que foi salvo pela equipa de resgate russa e por soldados sírios disse que não houve avisos da parte turca. O piloto salvo afirmou que, antes do incidente do Su-24, não houve quaisquer avisos da parte turca, nem visuais, nem através do rádio.
Para crescerem no Oriente Médio e ameaçarem capitais do Ocidente, jihadistas contaram com um apoio essencial: o dos Estados Unidos e seus aliados no mundo árabe.
Por Talmiz Ahmad*
"O Ocidente e a Rússia aumentam a luta contra o Estado Islâmico (EI) após os ataques de Paris. Enquanto isso, um refém chinês foi morto pelo EI e três funcionários chineses morreram no ataque terrorista em Mali", Artigo de opinião do jornal chinês Global Times.
Nesta terça-feira várias mídias internacionais informaram que, segundo as emissoras de televisão turcas, um avião militar "não identificado" havia caído na Síria, perto da fronteira com a Turquia. Mais tarde, o Ministério de Defesa da Rússia comunicou que se tratava de um bombardeiro tático Su-24, pertencente à Força Aérea do país.
Mais de 66% dos estadunidenses afirmam atualmente que o presidente Barack Obama não tem um plano para enfrentar o terrorismo do Estado Islâmico, segundo pesquisa publicada nesta segunda-feira (23) pela emissora americana CBS News.
Desde a segunda-feira 16, o presidente da França, François Hollande, vem tentando construir uma resposta aos atentados de 13 de novembro em Paris, classificados por ele como um "ato de guerra" do Estado Islâmico. Seu discurso equivale a uma cópia mal-feita do neoconservadorismo norte-americano liderado por George W. Bush e consiste, basicamente, em tratar o problema do terrorismo como uma questão securitária e militar, um conflito armado.
O presidente chinês, Xi Jinping, em viagem às Filipinas para comparecer ao 23º encontro dos líderes da Organização da Cooperação Ásia-Pacífico (APEC, em Inglês), condenou nesta quinta-feira (19) o Estado Islâmico por assassinar um cidadão chinês.
O presidente sírio, Bashar al-Assad, afirmou em entrevista à emissora italiana RAI, na quarta-feira (18) que seu país não é a incubadora do Estado Islâmico. Ele afirmou que o grupo jihadista nasceu no “Iraque e, antes disso, no Afeganistão” e culpou o Ocidente pelo surgimento da facção terrorista.