Apesar de as 'notas' das 'rating agencies' terem ajudado a levar os EUA e o mundo à crise mundial em 2008, elas continuam a ser relevantes para governos, como o brasileiro, que comemorou avaliação da S&P.
Passados apenas dois dias do resultado de uma eleição de acirrada disputa, em que os representantes da oligarquia financeira saíram derrotados, agora o cassino da especulação tenta criar um terceiro turno das eleições, para emplacar um ministro da Fazenda que atenda os seus interesses.
Da Redação do Portal Vermelho, Dayane Santos
A leitura do mercado para uma eventual vitória do PSDB é de que o título da dívida vai deixar de ser interessante. O que passa a ser importante são as ações das empresas públicas. Privatização é coisa do passado. O PSDB sofisticou e financeirizou seu sistema periférico de ganhos e distribuição de dividendos.
Por Luis Fernando Vitagliano, publicado no Brasil Debate
A afirmação é de cientista político mais renomado do Brasil, Wanderley Guilherme dos Santos, em entrevista a Rede Brasil Atual. Segundo ele, a oposição brasileira quer colher o que não plantou, enquanto que Dilma, em continuidade ao governo Lula, abriu um novo ciclo de desenvolvimento.
Poderosas instituições financeiras internacionais, designadamente o BNP Paribas, AIG e a União dos Bancos Suíços (UBS), esta de maneira encoberta, estão se instalando no Marrocos, onde a casa real gere diretamente a criação, em Casablanca, do que pretende ser o principal centro financeiro pan-africano.
Por Armando Vicente, de Casablanca para Jornalistas sem Fronteiras
A América Latina e o Caribe manifestaram nesta segunda-feira (30) apoio à Argentina diante dos ataques dos chamados fundos abutres e advertiram para as consequências nocivas que esses capitais especulativos acarretam para a região.
Os principais blocos políticos da América Latina reagiram com preocupação à recente decisão da justiça dos Estados Unidos que favoreceu os fundos especulativos com os quais a Argentina tem uma dívida de 1,33 bilhão de dólares. Mercosul, Unasul e Alba já se manifestaram a favor do governo argentino, rechaçando o que consideraram um “ataque a soberania” do país dirigido pela presidenta Cristina Kirchner.
O chefe de gabinete do governo argentino Jorge Capitanich denunciou nesta segunda-feira que a disputa judicial iniciada pelos chamados fundos abutres foi provocada por interesses ocultos que buscam se apropriar de ativos reais e financeiros da Argentina.
O capital especulativo se volta concentradamente sobre as economias do Sul do mundo, como resultado das politicas norte-americanas de manobra protecionista a favor da sua moeda. A América Latina é um alvo prioritário dessas operações e a Venezuela e a Argentina, em particular.
Por Emir Sader*, na Carta Maior
Há um vulcão fumegando nas entranhas da economia do país. Na última quarta, ele cuspiu pela 7ª vez na cabeça da nação. Toca o baile! aconselham especialistas
Por Saul Leblon
As vésperas das reuniões do COPOM – Comitê de Política Econômica e Monetária – servem como senha para se medir a correlação de forças entre o governo e o rentismo. A atual conjuntura pré-eleitoral revela, por exemplo, que ante os fortes ataques especulativos, o governo se obriga a atuar com pragmatismo, sinalizando ao “Deus-mercado” juros mais altos para comprar tranquilidade no clima eleitoral que se avizinha
Por Jeferson Miola
Uma reportagem do The New York Times revela o financiamento de Wall Street a professores universitários que nos últimos anos assumiram a defesa de especuladores