A liderança de Lula segue estável, podendo levar a eleição a não ter disputa de segundo turno, enquanto a rejeição de Bolsonaro continua com percentuais elevados.
Bolsonaro manterá a corda das relações institucionais retesada até as eleições
Levantamento traz Lula com possibilidade de vitória em primeiro turno. Em eventual segundo, venceria todos.
Ao analisar o cenário da disputa presidencial, a correspondente do El Pais considera que mais provável para as eleições de outubro é um confronto direto entre Lula e a Bolsonaro, após uma feroz campanha focada na economia.
Já Lula é o candidato menos rejeitado dentre os mais competitivos até agora
Se o objetivo da esquerda brasileira é realmente avançar para além da experiência do reformismo fraco do lulismo, então uma nova tática política precisa ser adotada.
A eleição ocorrerá no dia 2 de outubro, em primeiro turno, e o segundo turno será no dia 29.
Cada eleição presidencial tem uma história, mas há algo em comum em todas elas: existe um eixo que organiza a percepção da maior parte do eleitorado. As pesquisas têm mostrado que a questão econômica ganhou proeminência para o eleitor. Houve também o crescimento da preocupação com a temática social, ligada ao aumento da pobreza e da desigualdade. De todo modo, a marca de um pleito é mais ampla e diz respeito a um fator que interliga as questões. Neste sentido, a alma da disputa de 2022 será um plebiscito sobre o governo Bolsonaro.
Pesquisa da Atlas Político mostra que ex-presidente amplia vantagens sobre adversários com 42,8% de intenções para 2022 e venceria a todos no segundo turno. A vantagem de Lula sobre Bolsonaro saiu de 6% para 11%.
Levantamento que mede capital político de dez possíveis presidenciáveis aponta que Lula (impedido de concorrer) tem mais aceitação que Bolsonaro