"Elegendo Donald Trump, os Estados Unidos arranjaram um Temer pra chamar de seu". A afirmação é do deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE), para quem o resultado das eleições norte-americanas coloca o mundo em tensão e alerta, mas não chegou a ser uma surpresa, apesar dos prognósticos da imprensa favoráveis a Hillary Clinton.
O triunfo de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA é um risco para todo o mundo, disse na madrugada desta quarta-feira a presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado do México, Gabriela Cuevas Barron.
O republicano Donald Trump ganhou as eleições presidenciais dos Estados Unidos, derrotando a candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton, que despontava como favorita em todas as pesquisas de opinião pública e era tida como imbatível pela mídia burguesa, seus analistas de política internacional, acadêmicos e chancelarias mundo afora.
Por José Reinaldo Carvalho*
"Elegendo Donald Trump, os Estados Unidos arranjaram um Temer pra chamar de seu". A afirmação é do deputado Chico Lopes (PCdoB-CE), para quem o resultado das eleições norte-americanas coloca o mundo em tensão e alerta, mas não chegou a ser uma surpresa, apesar dos prognósticos da imprensa favoráveis a Hillary Clinton.
Depois de assessores do Planalto dizerem que a democrata Hillary Clinton era a "preferida' na disputada eleição presidencial norte-americana, o presidente ilegítimo Michel Temer disse nesta quarta-feira (9), em entrevista à rádio Itatiaia, que a eleição de Donald Trump não muda nada.
Mesmo envolvido em uma série de controvérsias ao longo de sua campanha, o candidato reacionário do Partido Republicano (conservador), Donald Trump, venceu as eleições presidenciais nos Estados Unidos, de acordo com os resultados divulgados na manhã desta quarta-feira (9). Com 70 anos, ele será o 45º presidente do país, e o mais velho a chegar à Casa Branca. Trump é um bilionário, foi apresentador de TV e não tem experiência de governo.
As eleições presidenciais nos Estados Unidos ocorreram nesta terça-feira, dia 8 de novembro, após uma longa e virulenta campanha eleitoral.
Os americanos votam nesta terça-feira (8), depois de um espetáculo eleitoral que se revelou pouco edificante e que contribuiu para degradar a imagem da política e da democracia.
Por João de Almeida Santos*
O jornal americano Washington Post publicou nesta terça-feira (8) um gráfico em que o leitor pode acompanhar em tempo real a apuração e o resultado das eleições presidenciais e legislativas estadunidenses.
A 11 dias da eleição presidencial dos Estados Unidos, quando nada mais parecia capaz de afetar as tendências já consolidadas, o diretor do FBI, James Comey, entendeu de comunicar a reabertura da investigação sobre os e-mails irregulares de Hillary Clinton.
Por Antonio Luiz M. C. Costa, na Carta Capital
Na véspera da eleição presidencial, a democrata Hillary Clinton mantém na segunda-feira uma vantagem de três pontos sobre o republicano Donald Trump, de acordo com a média das pesquisas compiladas pela publicação Real Clear Politics.
Dia de votação foi definido em lei de 1845 redigida antes da industrialização, do fim da escravidão e do direito ao voto para negros e mulheres. Manutenção da regra tem impacto no comparecimento às urnas.