A ditadura militar argentina se baseou em torturas e desaparecimentos para erradicar os opositores políticos, reais ou imaginários. Para disfarçar o terror do regime militar, a direita ainda se refere àqueles anos como “guerra suja”.
A reação nas redes sociais foi rápida e extremamente negativa. Várias organizações que defendem os direitos de gênero e líderes de associações feministas questionaram a falta de experiência no assunto da nova ministra.
A Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia (ABMMD-CE) emitiu nota em que critica a participação do presidente Bolsonaro em manifestações defendendo golpismo, censura e ditadura. Leia a íntegra: