As pessoas que mais sofrem com os efeitos das mudanças climáticas são aquelas que menos fizeram para causá-las. Gráficos revelam quem causa e quem sofre.
Por que proibir o financiamento de projetos de combustíveis fósseis na África não é uma solução climática. O tanzaniano médio usou apenas um sexto da eletricidade consumida por uma geladeira americana típica em 2014.
Temos visto se sucederem como ministros da educação, sujeitos caricatos e desprovidos de formação minimamente aceitável e respeitabilidade para o cargo. Apesar das peculiaridades (para não dizer bizarrices) de cada um, uma grande afinidade entre eles é o discurso convicto e insistente a favor da desigualdade
Espaços habitados pelos mais ricos na cidade de São Paulo estão cada vez mais elitizados, indica estudo
Família em extrema pobreza é aquela com renda per capita de até R$ 89 mensais. Em regra, são pessoas que vivem nas ruas ou em barracos e enfrentam insegurança alimentar recorrente.
Onde a economia se recupera, como países europeus, que protegeram os empregos, números mascaram a alta concentração de renda.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, deixou clara sua posição, pedindo aos países que imponham uma moratória sobre os reforços até que 10% das pessoas em todos os países sejam vacinadas. Seu apelo surge em meio a preocupações crescentes sobre o lento progresso na obtenção das vacinas covid-19 para pessoas em países de baixa renda.
Pesquisa mostra a necessidade de territorializar a campanha de imunização, em vez de apenas atentar para a idade. Questões que impedem o acesso à vacina vão além da idade.
O documento ainda classifica os efeitos do coronavírus como “catástrofe geracional” na educação.
“Uma geração inteira ficará profundamente marcada pela pandemia e o Brasil precisará de múltiplas ações para superar as perdas de aprendizagem.”
Países ricos com menos de 15% da população mundial comprou metade de todas as vacinas do mundo. Assim, 99% das pessoas nos países pobres não são imunizadas.
Na proposta do governo, da PEC 32/202, não há uma linha sobre o aprimoramento do serviço público, do qual dependem os mais pobres. Nada sobre modernização, ampliação de investimentos ou avaliação de desempenho, só propostas de precarização