O Observatório de feminicídios na Argentina "Adriana Marisel Zambrano", coordenado pela Associação Civil A Casa de Encontro, publicou os dados do Informe de investigação de feminicídios no país, observados de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2012 com base em casos relatados por agências informativas e meios de comunicação.
A Cadernos Jandaia, do grupo Bignardi Indústria Comércio Papéis Artefatos Ltda, reconheceu o erro da comercialização de seus cadernos que traziam imagens que estimulavam sexismo e a violência contra a mulher. No final da manhã desta terça-feira (26), a empresa anunciou oficialmente nas redes a suspensão das vendas dos produtos e do início de uma "campanha educativa sobre os temas.
A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) destacou nesta quarta-feira (5) dados do relatório anual do Fórum Econômico Mundial, realizado em outubro, que apontou o avanço do Brasil em 20 posições no ranking global de desigualdade de gênero, subindo do 82º para o 62º lugar entre os 135 países pesquisados.
Para as eleições do próximo dia sete, 52% do eleitorado é feminino, confirmando uma tendência já verificada nas últimas eleições que corresponde aos cerca de 97 milhões de mulheres e 93 milhões de homens residentes no país segundo o Censo 2010. Mas número de eleitas vem caindo. Para Eleonora Menicucci, da Secretaria de Política para as Mulheres, o problema é de ordem financeira.
Como a pesquisa de universidades paulistas contribui para os estudos de gênero no país
Por Fabrício Marques, para a Fapesp
Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgaram os resultados de um levantamento com dados, no mínimo, preocupantes. Segundo Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada nesta terça-feira (6/3), mesmo desempenhando função igual, as mulheres ganham menos que os homens na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
Mesmo com uma mulher na Presidência pela primeira vez em sua história, o Brasil ocupa a 82ª posição no ranking de desigualdade elaborado pelo World Economic Forum publicado nesta terça (1º), logo atrás de países como a Albânia, Gâmbia, Vietnã e República Dominicana.
Por Gustavo Chacra, correspondente de O Estado de S. Paulo
Um relatório divulgado pelo Banco Mundial (Bird) aponta que políticas voltadas para o crescimento econômico e para o aumento da renda de um país, , não reduzem, por si só, as desigualdades de gênero. De acordo com o órgão, uma maior igualdade entre homens e mulheres pode aumentar a produtividade em até 25%.