Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU nessa terça-feira (19), em Nova York, o presidente norte-americano Donald Trump atacou a Venezuela, acusando o governo de Nicolás Maduro de corrupção, além de não deixar de lado a possibilidade de uma intervenção dos EUA no país.
O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, declarou que as "ameaças dos EUA" provocaram a militarização e a ampliação do programa de mísseis na Coreia do Norte.
O vice-presidente dos Estados Unidos Mike Pence pediu que “Brasil, México, Chile e Peru” rompam relações com a Coreia do Norte para ajudar seu país nas ameaças à Coreia do Norte. O “pedido” foi feito no Chile, na presença da presidenta Michelle Bachelet, que reagiu dizendo que “o Chile vai manter suas relações”.
Haroldo Lima*
Trump está cercado por militares que querem evitar a Terceira Guerra Mundial. Mas ele provavelmente irá pedir a seus generais uma lista de opções – de apocalípticas a meramente simbólicas – para dar vazão a sua ira e aumentar sua popularidade
Coreia do Sul ainda aguarda resposta do Norte sobre a realização do encontro, que aconteceria na próxima sexta na zona desmilitarizada na fronteira entre os dois países
Nesta terça-feira, 4 de julho, no dia talvez mais importante para os Estados Unidos, o Dia da Independência, Washington recebeu felicitações bem esquisitas: o teste de um míssil balístico da Coreia Popular.
Em reunião em Moscou, Vladimir Putin e Xi Jinping decidiram apresentar proposta para que Coreia do Norte abandone programa nuclear e EUA e Coreia do Sul interrompam manobras militares na região
A República Popular Democrática da Coreia (RPDC) sugeriu, nesta sexta-feira (2), outra vez, aos Estados Unidos que pusessem fim aos exercícios militares ofensivos no mar Leste da Coreia, para onde a grande potência mobilizou as esquadrilhas dos porta-aviões nucleares Carl Vinson e Ronald Reagan.
A Coreia do Norte vai em breve fazer um lançamento experimental de um míssil balístico intercontinental, destinado a acabar com ameaças "cada vez mais tangíveis" por parte dos EUA, comunica o jornal pro governamental norte-coreano Minju Joson.
O chanceler norte-coreano, Ri Su-Yong, disse nesta quinta-feira (22) que a capital da Coreia do Norte, Pyongyang, fez tudo o possível para resolver o problema nuclear por meio do diálogo, mas as tentativas fracassaram devido à posição de Washington. Segundo o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, os EUA conduzem uma política agressiva contra o país, que viola as normas internacionais e a Carta da ONU.
Após testes com bomba de hidrogênio a República Democrática Popular da Coréia (RPDC), um oficial da chancelaria “fez notar a presença chinesa à embaixada norte-coreana em Pequim”, afirma a porta-voz do referido ministério, Hua Chunying. A bomba chamada pela Córeia Democrática de orgulho nacional, é muitas vezes mais potentes que uma bomba nuclear.
O governo da Coreia do Norte instalou ciclovias nas principais vias de sua capital, Pyongyang, em uma aparente tentativa de reduzir os acidentes de trânsito envolvendo pedestres à medida em que mais pessoas têm dinheiro para usar bicicletas para se locomover.