Companhia Nacional de Abastecimento estima que colheita no período 2024/25 deve ser de 322 milhões de toneladas, 24,6 milhões superior a 2024/23. Arroz deve crescer quase 10%
Com destaque para o arroz, Brasil deve superar seca prolongada e ter crescimento de safra com previsão de colheita de 322,47 milhões de toneladas – próxima ao recorde histórico
Mesmo com as enchentes que afetaram um dos principais estados agrícolas do Brasil, a safra 2023/2024 deverá ser a segunda maior já colhida
Em reunião com ministros e presidente da Companhia Nacional de Abastecimento, Lula pediu foco no controle da inflação dos alimentos para preços mais acessíveis à população
País pode registrar em 2023 a maior produção da série histórica, com 29,6 milhões de toneladas de carnes bovina, suína e de aves
Segundo a ex-ministra Márcia Lopes, segurança alimentar terá garantia imediata com a reativação de políticas públicas coordenadas, a partir de uma pactuação com governadores e prefeitos.
Entidades do setor também projetam aumento dos preços de bolos, biscoitos e massas em geral. Brasil importa de seis a sete toneladas de trigo todos os anos. Em entrevista ao Portal Vermelho, o economista André Modenesi havia previsto o encarecimento do pãozinho.
Produtores devem colher cerca de 268,2 milhões de toneladas de grãos.
Segundo cálculos do doutor em economia Paulo Kliass, uma elevação na Selic como a da última reunião do Copom, de 5,25% a.a. para 6,25% a.a., um ponto percentual, significa uma despesa de R$ 54 bilhões a mais em um ano para o governo.
Como chegamos a esse cenário de absoluta calamidade de soberania alimentar, com preços nas alturas, num país que no senso comum é o “celeiro do mundo” e onde “tudo em se plantando, dá”?
A economista do Dieese, Patrícia Costa, avalia a inflação dos alimentos básicos e a falta de políticas de segurança alimentar do governo. Com fim da política de valorização do salário, flexibilização da contratação e redução do auxílio emergencial, o governo sinaliza para o arrocho na capacidade de consumo das famílias.
Ao longo dos últimos cinco anos, os estoques reguladores só não apresentaram queda em 2018 e caíram a um patamar muito inferior ao de anos anteriores, de pouco mais de 20 mil toneladas.