A presidenta Dilma Rousseff vem usando as redes sociais para interagir com a população e desmistificar a manipulação midiática da legitimidade do impeachment. Nesta terça-feira (7), ela participou de um bate-papo com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome do seu governo, Tereza Campello, respondendo perguntas de internautas do Facebook.
Por Laís Gouveia
O Secretário Executivo de Políticas Sociais de Combate à Fome do Governo de Santa Catarina deixou o cargo nesta quarta-feira, (01/06). Arnaldo Zimmermann permaneceu por sete meses a frente da pasta, após ter atuado como secretário adjunto de Assistência Social, Trabalho e Habitação por 10 meses durante a gestão da Secretária Angela Albino.
Esta semana – de 10 a 13 de maio, 240 pessoas de 66 países, entre delegações de governos e representantes de embaixadas, participam, em Brasília, do XI Seminário Internacional Políticas Sociais para o Desenvolvimento. O evento, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai apresentar os programas e ações sociais do governo federal no combate à fome e à miséria.
Economista formada pela Universidade Federal de Uberlândia, Tereza Campello participou da criação do programa Bolsa Família, em 2003. Desde 2011 é ministra do Desenvolvimento Social e do Combate à Fome. Ela conversou com o 247 sobre mudanças que podem ocorrer no Bolsa Família caso Dilma Rousseff seja afastada da presidência. Sua entrevista:
“Desinformação leva ao preconceito contra Bolsa Família”, diz a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Segundo ela, a falta de informação leva as pessoas a repetirem ideias preconceituosas contra o programa e os que recebem o benefício. Apesar disso, o Bolsa Família completa 12 anos com um saldo de avanços significativos para o Brasil.
Com a política de redução das taxas de míséria no país, a experiência brasileira de combate à pobreza e à fome é exemplo para países latino-americanos, caribenhos e africanos. Entre 2011 e 2014, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) recebeu 345 missões de 92 países, sendo que 88% são de países da América Latina, Caribe e África.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) lançou uma nota neste sábado (11), desmentindo mais uma calúnia da revista Veja que, mais uma vez, manipula a opinião pública a serviço da direita. A matéria, veiculada neste fim de semana, afirma que beneficiários do Bolsa Família estão sendo cortados do programa, por consequência do ajuste fiscal.
Exemplo mundial no combate à miséria, o Brasil irá apresentar em Moscou, na Rússia, os principais programas e ações sociais que tiraram o país do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A apresentação será nos dias 10 e 11, durante o Fórum Global sobre Programas de Proteção Social Sensíveis à Nutrição: Rumo a Parcerias sobre o Desenvolvimento.
Exemplo mundial no combate à miséria, o Brasil irá apresentar em Moscou, na Rússia, os principais programas e ações sociais que tiraram o país do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A apresentação será nos dias 10 e 11, durante o Fórum Global sobre Programas de Proteção Social Sensíveis à Nutrição: Rumo a Parcerias sobre o Desenvolvimento.
Em visita ao Piauí nesta sexta-feira (11), Dilma Rousseff visitou as obras da Transnordestina e participou da sexta edição do programa Dialoga Brasil. A presidenta afirmou que a participação social é o exercício da capacidade do povo de agir para a transformação do país. A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, também participou do encontro e reforçou a importância das políticas inclusivas para o desenvolvimento do Nordeste.
Nesta terça-feira (8), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou em Assunção, capital do Paraguai, de um seminário sobre os 10 anos do programa de transferência de renda do país, o Tekoporã. Lula contou a experiência do Brasil na redução da pobreza, levando o país a sair do Mapa da Fome da ONU.
Depois da saída do Brasil do Mapa Mundial da Fome, no ano passado, as políticas públicas de segurança alimentar desenvolvidas no país vão ganhar mais um importante reconhecimento internacional. “Foi muito positivo o resultado do relatório. A segurança alimentar no Brasil está melhorando muito”, afirmou, nesta quarta-feira (5), Carlo Cafiero, economista da Divisão de Estatística e Análise sobre Segurança Alimentar da Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO).