A variação entre o menor e o maior valor da cesta básica de Fortaleza é de 51,5%, conforme estudo realizada pelo setor de pesquisa da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Fortaleza) no início do mês de fevereiro, em 18 supermercados da cidade.
Os brasileiros pagaram mais caro pelo conjunto de produtos de primeira necessidade em 15 das 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) faz a Pesquisa Nacional da Cesta Básica.
O preço da cesta básica subiu em novembro em 15 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em outubro, tinha sido registrada alta em 10 das 17 capitais pesquisadas.
O Procon Fortaleza concluiu nesta quinta-feira (17/11) a pesquisa realizada em 15 supermercados de Fortaleza, com o objetivo de comparar preços da cesta básica. O supermercado Frangolândia foi considerado o estabelecimento que mais tem correspondido à economia popular.
Das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), nove registraram queda no preço dos gêneros alimentícios essenciais, em setembro, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (5).
O atraso dos projetos de saneamento básico no país ressuscitou, no Congresso, proposta para retirar impostos da cadeia de exploração da água mineral, devolvendo ao produto status de item básico de consumo. Os produtores reclamam que, na década de 1990, a água mineral foi enquadrada como bebida, como a categoria dos refrigerantes, e, a partir daí, passou a pagar impostos da ordem de 42,7%.
A cesta básica ficou 8,55% mais cara no município de São Paulo nos últimos 12 meses, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP), em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
A cesta básica ficou mais cara, em maio, em 12 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Os produtos da cesta básica ficaram mais caros, em novembro, nas 17 capitais em que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) faz o acompanhamento de preços. A maior correção foi constatada em Manaus (9,28%), onde o valor subiu para R$ 250,56, seguida por Fortaleza (8,03%), capital em que a cesta passou a custar R$ 208,91.