Dados do Censo 2022 mostram que existem no Brasil 12.348 favelas e comunidades urbanas onde moram mais de 16 milhões de pessoas
Com 49,1% dos lares sob responsabilidade feminina, Brasil vive transformações sociais e familiares significativas, refletidas no Censo Demográfico 2022
Censo aponta para a existência de 8.441 localidades quilombolas no Brasil, vinculadas a 7.666 comunidades. O levantamento é inédito.
De forma geral, o analfabetismo no Brasil cair e atinge 7% da população com 15 anos ou mais – 11,4 milhões de pessoas. Distância entre negros e brancos foi reduzida, mas ainda é grande
Dados trazidos pelo Censo 2022, do IBGE, relevam que ainda há grande caminho para avançar; rede de coleta de esgoto alcança 62,5% dos domicílios
Pela primeira vez desde 1991, pardos são maioria da população (45,3%) e percentual de pretos dobrou, chegando a 10,2%, o que pode revelar uma mudança de autopercepção dos brasileiros
Indicador chega a 79 anos para mulheres e a 72 para os homens, mas segue abaixo do nível pré-pandemia. O estudo do IBGE foi construído com base no Censo Demográfico de 2022
De acordo com o Diap, com base no número mínimo de 8 e máximo de 70 deputados federais por estados, há perdas e ganhos em sete unidades
Segundo pesquisadora, PIB deve crescer 2,5% em 2023, e a população tende a avançar 0,47%. Com isso, País terminaria o ano com PIB per capita de R$ 49.825
De acordo com o instituo, são 1,7 milhão de pessoas que se declaram indígenas. Em 2010, o Censo havia registrado cerca de 900 mil.
Segundo a pesquisa, quilombolas residentes no Brasil são de 1.327.802 pessoas: 0,65% da população brasileira.
País tem 11,4 milhões de imóveis vagos e 6 milhões de pessoas sem casa. Para especialistas, programas de moradia, uso de prédios vazios e IPTU progressivo podem reduzir déficit