Choque de austeridade do governo argentino de extrema direita tem melhorado índices econômicos às custas da perda da renda, do emprego e direitos sociais dos trabalhadores e aposentados
O Vermelho consultou uma professora universitária e um sindicalista para saber como vivem os argentinos em meio às estatísticas distorcidas de Milei
Apesar da crise mundial e das sanções e bloqueios, o país governado por Nicolás Maduro pode ter o maior crescimento econômico do mundo, com inflação em queda. O deputado venezuelano Samuel Cohen Bermúdez comenta o cenário.
“O óbvio objetivo disso é limitar as opções de política econômica que estarão à disposição do próximo governo que, ao que tudo indica, será do presidente Luís Inácio Lula da Silva”, adverte José Luis Oreiro.
Para o pesquisador associado do FGV Ibre, que foi Ministro da Fazenda e do Planejamento durante o Governo Dilma, é necessário se chegar a um consenso mínimo político para fazer um reequilíbrio fiscal que vai levar uma década inteira.
Em nota, o Ministério da Economia afirmou que a participação de Guedes na empresa offshore foi declarada à Receita Federal
Anos de críticas à gestão econômica dos governos Lula-Dilma, ao conservadorismo da política monetária e à supervalorização cambial continuada deram ao novo-desenvolvimentismo a dignidade da ‘rota ainda não tentada’.
Previsão para expansão do PIB caiu de 5,15% para 5,04%, em 2021.
Para deputado, jogado no colo dos banqueiros, autonomia do Banco Central pode piorar com propostas como o PL do Cämbio e proibindo o banco de contribuir para o pleno emprego.
São Paulo foi a capital que teve a cesta mais cara do país
O que estamos assistindo não é uma escalada inflacionária. Embora algumas mercadorias estejam mais caras, a paralisia da economia, com alto desemprego e redução do consumo, não é suficiente para provocar um aumento da demanda.
O rial iraniano perdeu 50 por cento de seu valor em relação ao dólar norte-americano no mercado aberto, este ano, atingindo a maior baixa de todos os tempos de 300.000 para cada US$ 1 em 1º de outubro. Os iranianos recorrem às redes sociais para relatar os efeitos devastadores do aumento da inflação e das sanções econômicas dos EUA.