Até mesmo o Banco Mundial concorda que é preciso maior justiça tributária no Brasil. Em um relatório divulgado nesta terça (21), o Banco Mundial concluiu que há espaço para aumentar a tributação sobre grupos de alta renda no país. O organismo ressalta que é possível instituir, por exemplo, impostos sobre a renda, patrimônio ou ganhos de capital e reduzir a dependência dos tributos indiretos, que sobrecarregam os mais pobres.
O Banco Mundial despreza o impacto do teto de gastos e das reformas defendidas pelos governo Michel Temer sobre os direitos socioeconômicos e ambientais dos brasileiros. Foi o que seis organizações da sociedade civil constataram ao analisar o documento divulgado pelo banco com estratégia de investimentos no Brasil nos próximos seis anos.
Em estudo publicado em fevereiro, o Banco Mundial destacou que o Brasil precisa ampliar o orçamento do Bolsa Família para conter o aumento da pobreza na recessão. "Se isso é possível, o Brasil que tem que decidir", disse o economista da instituição, Emmanuel Skoufias. Para o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, não é "necessário" ampliar o programa e organismos como o Banco Mundial “estão contaminados com o discurso” de que o governo Temer “não se preocupa com os pobres”.
O ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deve ser anunciado na próxima segunda para o cargo de diretor financeiro do Banco Mundial. De acordo com o jornal O Globo, a informação foi divulgada pelo representante brasileiro do Fundo Monetário Internacional (FMI), Otaviano Canuto.
O número de pessoas vivendo em situação de pobreza extrema no Brasil caiu 64% entre 2001 e 2013, passando de 13,6% para 4,9% da população, segundo dados divulgados nesta semana pelo Banco Mundial. Os dados foram divulgados durante reunião do Banco Mundial e do FMI (Fundo Monetário Internacional) em Lima, no Peru.
Estudo divulgado pelo insuspeito Banco Mundial nesta semana confirma que o número de pessoas vivendo em situação de pobreza extrema no Brasil caiu 64% entre 2001 e 2013, passando de 13,6% para 4,9% da população.
Por Altamiro Borges*
Dirigentes do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional estão reunidos em Lima, Peru, debatendo com ministros de Finanças e do Desenvolvimento e também com empresários as formas pelas quais as duas instituições podem ampliar sua influência e se atualizar diante dos novos tempos e oportunidades no século 21.
Partindo da ideia de que o povo grego dá o exemplo à Europa e ao mundo, o economista marxista saúda a luta vitoriosa no referendo, desmascara a política conservadora e neoliberal da União Europeia e aponta a tendência de retomada da iniciativa pelas forças de esquerda.
Por Samir Amin*
Um novo relatório do Banco Mundial (Bird) aponta que o Brasil praticamente conseguiu erradicar a pobreza extrema no país. O desempenho nacional conseguiu, ainda, melhorar o resultado de toda a América Latina e Caribe.
A China conquistou uma grande vitória diplomática na batalha não declarada contra os EUA pela liderança econômica da Ásia, e do mundo, ao reunir 57 países na fundação do novo Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura e lograr incluir neste grupo países como Reino Unido, Alemanha, França e Itália, considerados fiéis aliados do império.
Por Umberto Martins*
Um estudo divulgado pelo Banco Mundial no início de setembro mostra que o Brasil e a China são os únicos países que conseguiram reverter a situação generalizada de desemprego que aflige o mundo inteiro atualmente. Segundo o Banco Mundial, o Brasil teve melhor desempenho do que os países desenvolvidos do G-20. A divulgação foi realizada durante encontro de ministros do Trabalho e do Emprego do G-20, na Austrália.
Estudo divulgado pelo Banco Mundial afirma que, apesar do “aumento das desigualdades salariais e de rendimentos em muitos países do G20”, o Brasil e a China conseguiram a reverter essa situação generalizada de desemprego que ceifou 100 milhões de vagas em todo o mundo.